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    Definições



    escusas-mo

    A forma escusas-mopode ser [feminino plural de escusaescusa], [feminino plural de escusoescuso] ou [segunda pessoa singular do presente do indicativo de escusarescusar].

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    escuso1escuso1
    ( es·cu·so

    es·cu·so

    )


    adjectivoadjetivo

    1. Que se escusou ou foi objecto de escusa. = ESCUSADO

    2. Dispensado; recusado; aposentado.

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de escusar.

    Secção de palavras relacionadas

    escuso2escuso2
    ( es·cu·so

    es·cu·so

    )


    adjectivoadjetivo

    1. Que não tem muita visibilidade (ex.: cantos escusos). = ABSCONSO, ESCONDIDO, ESCONSO, OCULTO, RECÔNDITO

    2. Que não tem uso ou que tem pouca frequência; por onde não se faz serventia contínua (ex.: ruas escusas).

    3. Que deixa dúvidas em relação à legalidade ou legitimidade (ex.: usou meios escusos; negócios escusos). = ESCURO, OBSCURO, SUSPEITO, SUSPEITOSOLEGAL, LÍCITO

    etimologiaOrigem:latim absconsus, -a, -um, particípio passado de abscondo, -ere, ocultar, esconder, pôr longe, perder de vista.

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    escusarescusar
    ( es·cu·sar

    es·cu·sar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    1. Desculpar.

    2. Dispensar; eximir.

    3. Não ter precisão de.

    4. Evitar, poupar.


    verbo intransitivo

    5. Não precisar; prescindir.

    6. Evitar, poupar.


    verbo pronominal

    7. Desculpar-se; dispensar-se.

    etimologiaOrigem:latim excuso, -are.

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    escusaescusa
    ( es·cu·sa

    es·cu·sa

    )


    nome feminino

    1. Acto ou efeito de escusar(-se). = ESCUSAÇÃO

    2. Razão apresentada para justificar ou desculpar algo ou alguém. = DESCULPA, JUSTIFICAÇÃO

    3. Dispensa de serviço ou obrigação.

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de escusar.

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    Auxiliares de tradução

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    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


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