Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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O Ano em Palavras

"O Ano em Palavras" apresenta algumas das palavras mais pesquisadas ao longo do ano no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa que reflectemrefletemrefletem os principais acontecimentos portugueses e internacionais. Pelo quinto ano consecutivo, o quarto em parceria com a agência de notícias Lusa, mostramos as notícias que levaram os mais curiosos a fazer pesquisas no Dicionário Priberam. As palavras são apresentadas cronologicamente, de Janeirojaneirojaneiro a Dezembrodezembrodezembro, com uma fotografia, permitindo um retrato rápido do ano de 2020.


Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (DPLP) é um dicionário de português contemporâneo com cerca de 133 000 entradas lexicais, incluindo locuções e fraseologias, cuja nomenclatura compreende o vocabulário geral e os termos mais comuns das principais áreas científicas e técnicas. O dicionário contém sinónimossinônimos e antónimos antônimos por acepçãoaceçãoacepção e permite ainda a conjugação verbal. É também possível consultar informação sobre a origem da maioria das palavras e indicações de pronúncia.

O DPLP permite a consulta de acordo com a norma do português europeu ou de acordo com a do português do Brasil, com ou sem as alterações gráficas previstas pelo Acordo Ortográfico de 1990. Para informações pormenorizadas, deverá aceder à secção Como consultar. Quaisquer sugestões ou correcçõescorreçõescorreções devem ser enviadas para dicionario@priberam.pt.

A presente versão do DPLP foi adaptada às novas tecnologias Web e reformulada para facilitar o acesso a partir de qualquer tipo de dispositivos - desktop, tablet e mobile. Para além das mudanças em termos de tecnologia, apresenta também mudanças visuais, para facilitar a leitura e a compreensão do dicionário, e conteúdo adicional, como, por exemplo, a visualização de anagramas, palavras relacionadas, divisão silábica, imagens ilustrativas das acepçõesaceçõesacepções e dúvidas linguísticas.

A Priberam agradece o envio de comentários para dicionario@priberam.pt.

Boas consultas!

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Dúvidas linguísticas


Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?
Na transformação do discurso directo em discurso indirecto de Eu chamo-me Paula, além da passagem da primeira (eu) para a terceira pessoa gramatical (ela) e da introdução de um verbo declarativo (dizer), deverá haver também uma passagem do presente (chamo) para o imperfeito do indicativo (chamava), isto é, a frase Eu chamo-me Paula deverá ser transformada em Ela disse que se chamava Paula. Sobre este assunto, poderá consultar também a resposta discurso directo, discurso indirecto e discurso indirecto livre.



Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda. Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia. Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral? Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences. Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.
As dúvidas colocadas relativamente às frases 1 e 2 dizem essencialmente respeito ao uso do infinitivo pessoal (ou flexionado) e do infinitivo impessoal (ou não flexionado).

A alteração na frase 1 de "para funcionarmos" para "para funcionar" na oração final não é obrigatória, mas é possível por questões de eufonia e por se tratar do mesmo sujeito da oração relativa (que [nós] precisamos) de que depende; sobre este assunto, por favor consulte a resposta infinitivo em orações adverbiais finais (de notar que se o sujeito estivesse explícito na oração final, esta alteração não seria possível: *o grau de previsibilidade que precisamos para nós funcionar).

A alteração na frase 2 de "velhinhas [...] a tentar vender" para "velhinhas [...] a tentarem vender" também não é obrigatória, e terá igualmente causas eufónicas, uma vez que, neste contexto de infinitivo antecedido da preposição a e sem verbo auxiliar, pode ocorrer tanto o infinitivo pessoal como o infinitivo impessoal. Este tipo de estrutura pode ser substituído por um gerúndio (ex.: "velhinhas [...] tentando vender"), pelo que se designa por infinitivo gerundivo (cf. Maria Helena Mira MATEUS et al., Gramática da Língua Portuguesa, Lisboa: Editorial Caminho, 5.ª ed., 2003, pp. 643-645) e também por infinitivo de narração ou infinitivo histórico (cf. Celso CUNHA e Lindley CINTRA, Nova Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa: Sá da Costa, p. 483 e Evanildo BECHARA, Moderna Gramática Portuguesa, Rio de Janeiro: Lucerna, 37.ª ed., 2002, p. 284 e p. 528).

Relativamente à alteração de "que precisamos" para "de que precisamos", por favor consulte as respostas convencido de que e regência de precisar.

Palavra do dia

ra·bir·rui·vo ra·bir·rui·vo


(rabo + -i- + ruivo)
adjectivo
adjetivo

1. Que tem a cauda ruiva.

nome masculino

2. [Ornitologia]   [Ornitologia]  Designação dada a diversas aves da família dos muscicapídeos, do género Phoenicurus. = RABIRRUIVA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/default.aspx [consultado em 21-05-2022]