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    Definições



    aspa-mo

    A forma aspa-mopode ser [feminino singular de aspaaspa], [segunda pessoa singular do imperativo de asparaspar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de asparaspar].

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    asparaspar
    ( as·par

    as·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    1. Crucificar na aspa.

    2. Pôr aspas em.

    3. [Figurado] [Figurado] Vexar, mortificar.

    4. [Gramática] [Gramática] Escrever entre aspas.

    5. Expungir, eliminar.

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    aspaaspa
    ( as·pa

    as·pa

    )


    nome feminino

    1. Cruz em forma de X ou cruz de Santo André, antigo instrumento de suplício. = SAUTOR

    2. Cada um dos apêndices duros que certos animais, sobretudo ruminantes, têm na cabeça. (Mais usado no plural.) = CHIFRE, CORNO

    3. Cada um dos paus que formam as asas do moinho de vento.

    aspas


    nome feminino plural

    4. [Ortografia] [Ortografia] Sinal ortográfico duplo («...» ou "..."), usado geralmente para isolar num texto uma citação ou uma expressão que se quer destacar. = COMAS, VÍRGULAS DOBRADAS

    5. [Heráldica] [Heráldica] Peça do escudo, em forma de X. = SAUTOR

    6. [Brasil] [Brasil] Peça de que pendem as almajarras do engenho.


    aspas americanas

    [Ortografia] [Ortografia]  Sinal ortográfico duplo acima da linha ("...").

    aspas francesas

    [Ortografia] [Ortografia]  Sinal ortográfico duplo («...»).

    aspas simples

    [Ortografia] [Ortografia]  Sinal ortográfico duplo acima da linha ('...'), usado geralmente para isolar num texto uma citação ou uma expressão que se quer destacar, geralmente dentro de outra citação ou expressão que já tem aspas. = PLICAS

    etimologiaOrigem:gótico *haspa.

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    Auxiliares de tradução

    Traduzir "aspa-mo" para: Espanhol Francês Inglês


    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Há alguma diferença fonética entre TERMO significando "fim" e TERMO embalagem "térmica"?