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instrumento

A forma instrumentopode ser [primeira pessoa singular do presente do indicativo de instrumentarinstrumentar] ou [nome masculino].

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instrumentoinstrumento
( ins·tru·men·to

ins·tru·men·to

)
Imagem

instrumento de sopro

MúsicaMúsica 

Instrumento cujo som é produzido por ar que é posto em vibração.


nome masculino

1. Objecto ou aparelho com que se executa algum trabalho ou se faz alguma observação.

2. Qualquer peça de uma colecção de ferramenta.

3. Artefacto destinado a produzir sons musicais.

4. Pessoa ou coisa que serve de meio ou auxílio para determinado fim.

5. Meio com que se consegue alguma coisa.

6. [Direito] [Direito] Documento; escritura.


instrumento de cordas

[Música] [Música]  Instrumento cujo som é produzido por vibração de fios ou cordas, como o violino, a guitarra, etc.

instrumento de percussão

[Música] [Música]  Instrumento em que se bate para marcar o ritmo, como o tambor, os pratos, etc.

instrumento de sopro

[Música] [Música]  Instrumento cujo som é produzido por ar que é posto em vibração.Imagem = AEROFONE, AERÓFONO

instrumento de vento

[Música] [Música]  O mesmo que instrumento de sopro.

tocar os sete instrumentos

Ter várias actividades ao mesmo tempo.

etimologiaOrigem etimológica:latim instrumentum, -i, equipamento, mobília, material.
Colectivo:Coletivo:Coletivo:ferramenta, instrumentação, instrumental, instrumentária, jogo.
instrumentarinstrumentar
( ins·tru·men·tar

ins·tru·men·tar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo e intransitivo

1. [Música] [Música] Escrever para cada instrumento a sua parte de instrumentação.

2. [Música] [Música] Escolher os instrumentos com que vai ser tocada uma obra musical.

3. [Brasil] [Brasil] [Cirurgia] [Cirurgia] Fornecer os instrumentos cirúrgicos conforme eles vão sendo pedidos durante uma operação.


verbo transitivo

4. [Jurídico, Jurisprudência] [Jurídico, Jurisprudência] Redigir contrato, escritura ou acto público.

etimologiaOrigem etimológica:instrumento + -ar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "instrumento" para: Espanhol Francês Inglês

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Num texto em que se usa a abreviatura de uma divisa (por exemplo, EUR ou USD), é correcto escrever "30 EUR" ou, pelo contrário, deve utilizar-se "EUR 30"? E deve ser "30 €" ou "€ 30"?
A ortografia é a única área da língua em que há uma regulamentação através de textos legais.

Esta dúvida não diz directamente respeito à ortografia, mas à representação convencionada de valores monetários, nomeadamente através do recurso ao código das moedas ou de abreviaturas ou símbolos. À partida, parece lógico que se coloque o código ou o símbolo da moeda depois do montante (ex.: 30 EUR ou 30 €), não havendo qualquer motivo para colocar o código ou o símbolo da moeda antes (ex.: EUR 30 ou € 30), a não ser por analogia com o inglês, onde essa é a prática mais corrente.

Estas opções não são obrigatórias, mas constituem frequentemente objecto de directrizes em livros ou manuais de estilo de órgãos de comunicação ou instituições. A título de exemplo, veja-se a recomendação do Código de Redacção Interinstitucional da União Europeia (ver http://publications.europa.eu/code/pt/pt-370303.htm): "O código EUR ou o símbolo colocam-se depois do montante, separado por um espaço: um total de 30 EUR", com a observação de que "esta regra aplica-se à maior parte das línguas, excepto inglês, letão e maltês, onde o código aparece antes do número: an amount of EUR 30".




Gostaria de saber a diferença de sentido das frases: São hipóteses que conduzem à investigação adiante. e São hipóteses que conduzem a investigação adiante.
Na primeira frase apresentada (São hipóteses que conduzem à investigação adiante) há utilização da crase da preposição a (que introduz o complemento indirecto locativo do verbo conduzir) com o artigo definido a, que caracteriza o substantivo investigação como realidade bem determinada. Esta frase pode ser parafraseável por ‘são hipóteses que levam à investigação a seguir explicitada e não a qualquer outra’.

A segunda frase (São hipóteses que conduzem a investigação adiante) apresenta uma ambiguidade estrutural. Se se considerar que há utilização apenas da preposição a (que introduz o complemento indirecto locativo do verbo conduzir) sem o artigo definido, a estrutura é muito semelhante à da primeira frase, sendo que a ausência do artigo definido indetermina o substantivo investigação. Esta interpretação pode ser parafraseável por ‘são hipóteses que levam a uma investigação entre outras possíveis’. Se, por outro lado, se considerar que há utilização apenas do artigo definido a, já não se tratará de um complemento indirecto locativo, mas de um complemento directo do verbo conduzir no sentido de ‘dirigir ou governar’. Esta interpretação pode ser parafraseável por ‘são hipóteses que dirigem a investigação para diante’.

As três estruturas acima explicitadas podem ser mais claramente distinguidas, pela mesma ordem, com frases em que os complementos do verbo conduzir correspondam a um masculino plural, para que não haja ambiguidade em nenhuma frase. Por exemplo, São guias que conduzem aos cumes da montanha pode ser exemplo de utilização da crase da preposição a com o artigo definido os. A frase São guias que conduzem a cumes da montanha pode ser exemplo da utilização apenas da preposição a sem artigo definido. Na frase São guias que conduzem os montanhistas há apenas a utilização do artigo definido os, pois esta acepção do verbo conduzir permite a utilização de um complemento directo, sem qualquer preposição.