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    Definições



    nega-mo

    A forma nega-mopode ser [feminino singular de neganega], [segunda pessoa singular do imperativo de negarnegar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de negarnegar].

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    negarnegar
    ( ne·gar

    ne·gar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    1. Afirmar que algo não existe ou não é verdadeiro. = DESMENTIR

    2. Recusar.

    3. Não confessar culpa ou delito.

    4. Proibir, impedir.

    5. Rejeitar.

    6. Repudiar, não reconhecer.


    verbo intransitivo

    7. Dizer que não.


    verbo pronominal

    8. Não querer fazer.

    9. Escusar-se, recusar-se.

    etimologiaOrigem:latim nego, -are, dizer não, recusar.

    Secção de palavras relacionadas

    neganega
    |é| |é|
    ( ne·ga

    ne·ga

    )


    nome feminino

    1. [Portugal, Informal] [Portugal, Informal] Rejeição, recusa (ex.: após a terceira nega, desistiu de enviar currículos; levar uma nega). [Equivalente no português do Brasil: toco.]

    2. [Portugal, Informal] [Portugal, Informal] Classificação inferior a metade do valor máximo de uma escala que avalia o desempenho escolar (ex.: tive duas negas, uma a matemática e outra a física). = NEGATIVAPOSITIVA

    3. [Pouco usado] [Pouco usado] Falta de vocação ou aptidão.

    4. [Jogos] [Jogos] Ponto que, no bilhar, redunda em favor do parceiro contrário.

    5. Cerejeira do Canadá.

    6. [Calão] [Tabuísmo] Fracasso erótico por falta de vigor sexual.


    conjunção

    7. [Antigo] [Antigo] Senão.

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de negar.

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    Auxiliares de tradução

    Traduzir "nega-mo" para: Espanhol Francês Inglês


    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Pode usar-se a palavra qualquer em orações negativas, ou é só aplicável à norma brasileira?