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    Definições



    espia-ta

    A forma espia-tapode ser [feminino singular de espiaespia], [masculino e feminino singular de espiaespia], [segunda pessoa singular do imperativo de espiarespiar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de espiarespiar].

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    espiar1espiar1
    ( es·pi·ar

    es·pi·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    1. Observar ou ouvir secretamente, para obter informações. = ESPIONAR

    2. Espreitar.

    3. Seguir ocultamente os passos de.

    etimologiaOrigem:italiano spiare, do gótico *spaihon.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: expiar.
    espia1espia1
    ( es·pi·a

    es·pi·a

    )


    nome de dois géneros

    Pessoa que espreita ou observa escondidamente. = ESCULCA, ESPIÃO

    etimologiaOrigem:italiano spia, do gótico *spaiha.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: expia, forma do verbo expiar.
    espiar2espiar2
    ( es·pi·ar

    es·pi·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    1. Segurar com espias (ex.: espiar o navio; espiar a tenda).

    2. Acabar de fiar a estriga que cingia a roca.

    etimologiaOrigem:talvez do gótico spinnan.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: expiar.
    espia2espia2
    ( es·pi·a

    es·pi·a

    )


    nome feminino

    1. [Náutica] [Náutica] Cabo com que se amarram embarcações.

    2. [Náutica] [Náutica] Cabo com que se puxa ou iça alguma coisa a bordo. = GUARDIM

    3. Fio ou corda para esticar a tenda e depois prender a estaca.

    4. [Por extensão] [Por extensão] Cada uma das estacas que prendem a tenda ao solo.

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de espiar, segurar com espias.

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    iconeConfrontar: expia, forma do verbo expiar.

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "espia-ta" para: Espanhol Francês Inglês


    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Uma frase poderá conter parênteses no fim da mesma? Exemplo: Deve haver falta de correctores ortográficos no mercado (ou será um novo mês? Ficará talvez entre Fevereiro e Março).