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    Definições



    escapo-mo

    A forma escapo-mopode ser [masculino singular de escapoescapo] ou [primeira pessoa singular do presente do indicativo de escaparescapar].

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    escapoescapo
    ( es·ca·po

    es·ca·po

    )
    Imagem

    Pedúnculo de que brota a flor nas plantas acaules.


    adjectivoadjetivo

    1. Fora de perigo. = LIVRE, SALVO

    2. Livre de obrigações.


    nome masculino

    3. [Arquitectura] [Arquitetura] [Arquitetura] Quarto de círculo que liga o fuste à base ou ao capitel.

    4. [Botânica] [Botânica] Pedúnculo de que brota a flor nas plantas acaules.Imagem

    5. [Entomologia] [Entomologia] Primeiro artículo das antenas dos insectos.

    6. Maquinismo de relojoaria que serve para regularizar o movimento de um relógio. = ESCAPAMENTO, ESCAPE

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de escapar.

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    escaparescapar
    ( es·ca·par

    es·ca·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo intransitivo

    1. Ficar livre; ficar isento. = LIVRAR-SE

    2. Não ser envolvido em coisa má ou incómoda.

    3. Subtrair-se, fugir.

    4. Não ser atacado.

    5. Sair de doença ou de perigo. = SOBREVIVER

    6. Passar da memória.

    7. Passar despercebido.

    8. Ser dito por inadvertência.

    9. Ser feito involuntariamente.


    verbo pronominal

    10. Fugir; desaparecer.

    11. Coar-se, sair (falando de líquidos ou gases).

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    Auxiliares de tradução

    Traduzir "escapo-mo" para: Espanhol Francês Inglês


    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Consultei o verbo ungir no Dicionário Priberam e o mesmo está conjugado como se fosse verbo irregular, mas o referido verbo eu aprendi como verbo defectivo que não se conjuga na primeira pessoa do presente do indicativo. Houve alguma mudança nesse sentido? Aguardo.