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    Definições



    enterro-mos

    A forma enterro-mospode ser [masculino singular de enterroenterro] ou [primeira pessoa singular do presente do indicativo de enterrarenterrar].

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    enterrarenterrar
    ( en·ter·rar

    en·ter·rar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo e pronominal

    1. Meter ou ficar debaixo da terra (ex.: o cão enterra os ossos; enterraram o cofre; o peixe enterra-se para se camuflar). = SOTERRARDESENTERRAR


    verbo transitivo

    2. Pôr na terra, em sepultura, jazigo ou afim. = INUMAR, SEPULTARDESENTERRAR, EXUMAR

    3. [Informal] [Informal] Continuar a viver depois de outra pessoa ou de outra coisa deixar de existir (ex.: já enterrou dois maridos). = SOBREVIVER

    4. Embeber ou introduzir profundamente. = CRAVAR, ESPETAR

    5. Suplantar ou vencer, discutindo.

    6. Difamar; comprometer.

    7. Atolar.

    8. [Brasil] [Brasil] [Desporto] [Esporte] No basquetebol, saltar e encestar a bola de cima para baixo, sem a arremessar. (Equivalente no português de Portugal: afundar.)

    etimologiaOrigem:en- + terra + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    enterroenterro
    |ê| |ê|
    ( en·ter·ro

    en·ter·ro

    )


    nome masculino

    1. Acto ou efeito de enterrar. = ENTERRAMENTO

    2. Condução de um cadáver à sepultura.

    3. Funeral; préstito fúnebre; saimento.

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de enterrar.

    Secção de palavras relacionadas

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "enterro-mos" para: Espanhol Francês Inglês


    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?