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    Definições



    bala-to

    A forma bala-topode ser [feminino singular de balabala] ou [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de balirbalir].

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    balirbalir
    ( ba·lir

    ba·lir

    )
    Conjugação:unipessoal.
    Particípio:regular.


    verbo intransitivo

    Soltar balidos. = BALAR, BARREGAR, BERREGAR, BORREGAR

    etimologiaOrigem:alteração de balar.

    Secção de palavras relacionadas

    balabala
    ( ba·la

    ba·la

    )
    Imagem

    Projéctil, redondo ou cónico, de arma de fogo.


    nome feminino

    1. Projéctil, redondo ou cónico, de arma de fogo.Imagem

    2. Película em que se encerra o grão da aveia.

    3. [Brasil] [Brasil] Guloseima feita de açúcar em ponto coagulado que se vende geralmente em pequenos pedaços embrulhados em papel ou plástico.Imagem = REBUÇADO

    4. [Comércio] [Comércio] Fardo de fazendas.

    5. Fardo de papel equivalente a dez resmas, ou seja, a cinco mil folhas.

    6. [Figurado] [Figurado] Golpe; punhalada.

    7. Bola.

    balas


    nome feminino plural

    8. [Antigo] [Antigo] [Tipografia] [Tipografia] Espécie de almofadas que davam tinta às formas.


    bala de goma

    [Brasil] [Brasil] Confeito feito com uma massa gelatinosa açucarada. (Equivalente no português de Portugal: goma.)Imagem = JUJUBA

    bala de prata

    Projéctil de prata considerado por crenças populares como arma mágica, a única forma de matar um lobisomem.

    [Figurado] [Figurado] Solução simples ou mágica para um problema muito complexo.

    bala perdida

    A que escapa da sua trajectória inicial.

    etimologiaOrigem:francês balle.

    Secção de palavras relacionadas

    grupo do dicionárioColectivo:Coletivo:Coletivo:balame.

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "bala-to" para: Espanhol Francês Inglês


    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Elencar: Ultimamente, na empresa onde trabalho, tenho visto este verbo a ser usado, quer na forma escrita, quer na forma oral. Sinceramente duvido da sua existência, assim como desconheço o seu significado, e quando pergunto o mesmo a quem profere ou escreve esta palavra, dizem-me que provém do substantivo "elenco". Podem, por favor, comentar?