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    Definições



    oitava-ta

    A forma oitava-tapode ser [feminino singular de oitavaoitava], [feminino singular de oitavooitavo], [segunda pessoa singular do imperativo de oitavaroitavar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de oitavaroitavar].

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    oitavaroitavar
    ( oi·ta·var

    oi·ta·var

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    1. Dar forma oitavada a.

    2. Dividir em oitavas.

    etimologiaOrigem:oitavo + -ar.

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    oitavooitavo
    ( oi·ta·vo

    oi·ta·vo

    )


    adjectivo numeral e nome masculinoadjetivo numeral e nome masculino

    1. Que ou o que vem depois do sétimo.


    nome masculino

    2. Cada uma das oito partes iguais de um todo. = OITAVA

    3. O último numa série de oito.


    em oitavo

    Do formato de 16 páginas por folha. = IN-OCTAVO, IN-OITAVO

    etimologiaOrigem:latim octavus, -a, -um.

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    oitavaoitava
    ( oi·ta·va

    oi·ta·va

    )


    nome feminino

    1. Cada uma das oito partes iguais de um todo. = OITAVO

    2. [Jogos] [Jogos] Oito cartas seguidas do mesmo naipe, em certos jogos de cartas.

    3. [Metrologia] [Metrologia] Oitava parte da onça.

    4. [Música] [Música] Intervalo entre duas notas musicais do mesmo nome, mas de diferente som (nos instrumentos de teclado).

    5. [Religião católica] [Religião católica] Cada um dos oito dias seguintes a certas festas solenes, particularmente o último deles.

    6. [Versificação] [Versificação] Estrofe de oito versos.


    primeira oitava

    [Portugal: Madeira] [Portugal: Madeira] O dia 26 de Dezembro, que prolonga rituais e tradições de Natal.

    etimologiaOrigem:latim octava, feminino de octavus, -a, -um, oitavo.

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    Auxiliares de tradução

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    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Observa-se alguma incorrecção no seguinte texto: "A primeira razão para a elaboração do presente trabalho foi a esperança de que ele sirva de alguma utilidade e proveito à administração da faixa costeira..."? Não é redundante "[...] sirva de alguma utilidade [...]"?