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    Definições



    escape-mos

    A forma escape-mospode ser [masculino singular de escapeescape], [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de escaparescapar], [terceira pessoa singular do imperativo de escaparescapar] ou [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de escaparescapar].

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    escaparescapar
    ( es·ca·par

    es·ca·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.


    verbo intransitivo

    1. Ficar livre; ficar isento. = LIVRAR-SE

    2. Não ser envolvido em coisa má ou incómoda.

    3. Subtrair-se, fugir.

    4. Não ser atacado.

    5. Sair de doença ou de perigo. = SOBREVIVER

    6. Passar da memória.

    7. Passar despercebido.

    8. Ser dito por inadvertência.

    9. Ser feito involuntariamente.


    verbo pronominal

    10. Fugir; desaparecer.

    11. Coar-se, sair (falando de líquidos ou gases).

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    escapeescape
    ( es·ca·pe

    es·ca·pe

    )


    nome masculino

    1. Acto de escapar. = ESCAPAMENTO

    2. Fuga, evasão.

    3. Acção de se livrar. = REFÚGIO, SAÍDA, SALVAÇÃO

    4. Maquinismo de relojoaria que serve para regularizar o movimento de um relógio. = ESCAPAMENTO, ESCAPO

    5. Expulsão de gases de combustão num motor.

    6. Tubo que conduz os gases dos motores de explosão para o exterior. = CANO DE ESCAPE, TUBO DE ESCAPE


    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    7. Fora de perigo. = ESCAPO, LIVRE, SALVO

    8. Livre de obrigações. = ESCAPO

    etimologiaOrigem:derivação regressiva de escapar.

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    Auxiliares de tradução

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    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Numa obra que estou a ler aparece constantemente a palavra interorganizacionais escrita deste modo, mas a mesma não aparece em nenhum dicionário. Será inter-organizacionais?