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    Definições



    ala-ma

    A forma ala-mapode ser [feminino singular de alaala], [segunda pessoa singular do imperativo de alaralar], [terceira pessoa singular do presente do indicativo de alaralar] ou [topónimo de alaala].

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    alar1alar1
    ( a·lar

    a·lar

    )
    Conjugação:unipessoal.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo

    1. Fazer subir por meio de cordas ou cabos.

    2. Puxar ou conduzir à sirga.


    verbo intransitivo

    3. Fugir, andar.


    verbo pronominal

    4. Subir, elevar-se.

    5. Ter grandes aspirações.


    nome masculino

    6. [Pesca] [Pesca] Rede para pescar lampreias.

    etimologiaOrigem:francês haler, içar.

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    alar2alar2
    ( a·lar

    a·lar

    )
    Conjugação:unipessoal.
    Particípio:regular.


    verbo transitivo e pronominal

    1. Prover(-se) de asas.

    2. Formar, dispor em alas.

    etimologiaOrigem:ala + -ar.

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    alar3alar3
    ( a·lar

    a·lar

    )


    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    1. Relativo a asa.

    2. Em forma de asa. = ALIFORME, ANSIFORME

    etimologiaOrigem:latim alaris, -e, das alas de um exército.

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    alaala
    ( a·la

    a·la

    )


    nome feminino

    1. Fileira.

    2. Flanco.

    3. Corpo de edifício em plano posterior ao da frente daquele a que está junto.

    4. Metade de um batalhão.

    5. [Botânica] [Botânica] Énula-campana.

    6. [Antigo] [Antigo] Asa.


    interjeição

    7. Expressão usada para afastar ou mandar embora. = FORA

    etimologiaOrigem:latim ala, -ae, asa, axila, vela.

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    Auxiliares de tradução

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    Dúvidas linguísticas


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?


    Utilizo com frequência a expressão aqui à beira ou à beira de. Por vezes corrigem-me dizendo que esta forma não é correcta e que deveria utilizar perto de, junto a, ao pé de, etc. Para mim sempre foram sinónimos, mas gostaria de saber se há algum fundamento para essas correcções.