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rabeca

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
rabecarabeca
|é| |é|
( ra·be·ca

ra·be·ca

)


nome feminino

1. [Música] [Música] Instrumento musical semelhante ao violino, um pouco maior e de timbre mais baixo. = VIOLA-DE-ARCO, VIOLETA

2. [Pouco usado] [Pouco usado] Instrumento de cordas que se toca com arco. = VIOLINO

3. [Jogos] [Jogos] Peça comprida em que se apoia o taco para jogar a bola que fica distante da tabela, no bilhar e jogos afins. = RESTE, RESTO

4. [Popular] [Popular] Enxerga de palha.

5. Utensílio de ferreiro, accionado por meio de um arco, que faz girar a broca. = SANFONA

6. [Popular] [Popular] Menstruação.


nome de dois géneros

7. [Música] [Música] Tocador de rabeca. = RABEQUISTA


o da rabeca

O maçador.

tocar rabeca

Falar mal de um ausente.

etimologiaOrigem etimológica:francês rebec.

Auxiliares de tradução

Traduzir "rabeca" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Qual a forma correcta de dizer em português: biossensor ou biosensor?
A grafia correcta, apesar de não se encontrar registada em nenhum dos dicionários por nós consultados, deverá ser biossensor, por analogia com outras palavras formadas a partir do prefixo de origem grega bio-, que exprime a noção de “vida”: biossatélite, biossintético, biossistema, etc. Este comportamento é também análogo ao de alguns prefixos terminados em o, como sejam retro-, socio- e tecno-, que obrigam à duplicação do r e do s quando o elemento ao qual se apõem se inicia por uma dessas consoantes.



Escreve-se ei-la ou hei-la?
A forma correcta é ei-la.

A palavra eis é tradicionalmente classificada como um advérbio e parece ser o único caso, em português, de uma forma não verbal que se liga por hífen aos clíticos. Como termina em -s, quando se lhe segue o clítico o ou as flexões a, os e as, este apresenta a forma -lo, -la, -los, -las, com consequente supressão de -s (ei-lo, ei-la, ei-los, ei-las).

A forma hei-la poderia corresponder à flexão da segunda pessoa do plural do verbo haver no presente do indicativo (ex.: vós heis uma propriedade > vós hei-la), mas esta forma, a par da forma hemos, já é desusada no português contemporâneo, sendo usadas, respectivamente, as formas haveis e havemos. Vestígios destas formas estão presentes na formação do futuro do indicativo (ex.: nós ofereceremos, vós oferecereis, nós oferecê-la-emos, vós oferecê-la-eis; sobre este assunto, poderá consultar a resposta mesóclise).

Pelo que acima foi dito, e apesar de a forma heis poder estar na origem da forma eis (o que pode explicar o facto de o clítico se ligar por hífen a uma forma não verbal e de ter um comportamento que se aproxima do de uma forma verbal), a grafia hei-la não pode ser considerada regular no português contemporâneo, pelo que o seu uso é desaconselhado.