Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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maiormaior | adj. 2 g. | s. m. pl.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

mai·or |ó| mai·or |ó|
(latim maior, -us ou major, -us, comparativo de magnus, -a, -um, grande)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Que excede outro em quantidade, volume, extensão, intensidade ou duração.

2. Que atingiu a idade de exercer os seus direitos civis (ex.: maior de idade).


maiores
substantivo masculino plural

3. Antepassados.


de maior
[Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]  Que atingiu a maioridade.DE MENOR

maior e vacinado
[Informal]   [Informal]  Adulto, independente, responsável pelos seus actos e pelo seu destino (ex.: a sobrinha, maior e vacinada, sabe bem o que quer da vida).

na maior
[Informal]   [Informal]  Em estado de descontracção, tranquilidade ou à-vontade. = DESPREOCUPADO

por maior
Por alto.

ser o maior
[Informal]   [Informal]  Ser superior ou melhor que os outros.

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Dúvidas linguísticas


Tenho ouvido em alguns serviços informativos da TV a utilização incorrecta (acho eu) de alguns verbos. Qual a frase correcta: "O professor mandou os alunos fazerem uma cópia" ou "O professor mandou os alunos fazer uma cópia"? Obrigada.
A dúvida diz respeito ao uso do infinitivo pessoal ou flexionado (fazerem) ou do infinitivo impessoal (fazer).

Quando o sujeito da oração principal (O professor) é diferente do sujeito da oração infinitiva (os alunos), a tendência é usar o infinitivo pessoal, pelo que a frase mais consensual será O professor mandou os alunos fazerem uma cópia. Note-se que não se fala marcadamente de regras relativamente a este tópico porque se trata de uma questão mais do campo da estilística do que do campo da gramática, tal como afirmam Celso Cunha e Lindley Cintra na sua Nova Gramática do Português Contemporâneo (14.ª ed., Edições Sá da Costa, Lisboa, 1998, p. 482):

«O emprego das formas flexionada e não flexionada do infinitivo é uma das questões mais controvertidas da sintaxe portuguesa. Numerosas têm sido as regras propostas pelos gramáticos para orientar com precisão o uso selectivo das duas formas. Quase todas, porém, submetidas a um exame mais acurado, revelaram-se insuficientes ou irreais. Em verdade, os escritores das diversas fases da língua portuguesa nunca se pautaram, no caso, por exclusivas razões de ordem gramatical, mas viram-se sempre, no acto da escolha, influenciáveis por ponderáveis motivos de ordem estilística, tais como o ritmo da frase, a ênfase do enunciado, a clareza da expressão. Por tudo isso, parece-nos mais acertado falar não de regras, mas de tendências que se observam no emprego de uma e de outra forma do infinitivo.»

Sobre este assunto, pode ainda consultar a resposta à dúvida linguística infinitivo flexionado e pretérito mais-que-perfeito




Na página https://dicionario.priberam.org/fluorescência consta uma divisão silábica, em que se separa o "i" do "a". Ao meu conceito, as letras seriam juntas, um ditongo. Seria uma falha minha de interpretação ou um erro da página?
Alguns encontros de vogais correspondem a ditongos (ex.: au em automóvel, ai em pai, ei em reinado, eu em pneu ou oi em oito), quer do ponto de vista ortográfico, quer do ponto de vista fonético. Estes são normalmente ditongos decrescentes.

Há outros casos de encontros de vogais (ex.: ia em ária ou io em escritório) que podem ser pronunciados como hiato (correspondendo a duas sílabas) ou como ditongo (correspondendo a uma sílaba). É neste caso que se enquadra a palavra fluorescência.

No português de Portugal, o Acordo Ortográfico de 1945, na sua Base XLVIII, permitia separar na translineação os ditongos crescentes.

No português do Brasil, por indicação do Formulário Ortográfico de 1943 (grupo XV, 7ª), não deveria haver translineação em qualquer tipo de ditongo, crescente (ex.: ia, io, ui) e decrescente (ex.: ai, au, oi), mas com a entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990 (Base XX), esta indicação deixou de ser válida, permitindo a divisão de vogais consecutivas que não façam parte de ditongos decrescentes (à semelhança do Acordo Ortográfico de 1945):
"4.º As vogais consecutivas que não pertencem a ditongos decrescentes (as que pertencem a ditongos deste tipo nunca se separam: ai- roso, cadei- ra, insti- tui, ora- ção, sacris- tães, traves- sões) podem, se a primeira delas não é u precedido de g ou q, e mesmo que sejam iguais, separar-se na escrita: ala- úde, áre- as, ca- apeba, co- or- denar, do-er, flu- idez, perdo- as, vo-os. O mesmo se aplica aos casos de contiguidade de ditongos, iguais ou diferentes, ou de ditongos e vogais: cai- ais, cai- eis, ensai- os, flu- iu."

Uma vez que em fluorescência podemos estar perante um ditongo ou um hiato (independentemente de se aplicar o Acordo Ortográfico de 1990 ou não), o Dicionário Priberam indica (com pontos: flu·o·res·cên·ci·a) os locais onde é possível a divisão para translineação.

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Palavra do dia

po·a·lho po·a·lho
(pó + -alho)
substantivo masculino

Chuva miúda e passageira.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/maior [consultado em 23-02-2019]