Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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galeria

galeriagaleria | n. f.
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ga·le·ri·a ga·le·ri·a


(italiano galleria)
nome feminino

1. Corredor ou compartimento sobre o comprido, geralmente com janelas ou cobertura envidraçada.

2. Compartimento, geralmente sobre o comprido, destinado a expor objectos de arte.

3. Estabelecimento que expõe e comercializa obras de arte.

4. Colecção de objectos de arte.

5. Espécie de varanda em salas de espectáculo ou em salas muito grandes.Ver imagem

6. Conjunto de pessoas ou personagens reunidas em galeria.

7. Passeio abrigado.

8. Perfuração ou passagem subterrânea. = TÚNEL

9. Mó superior (em lagar, moinho, etc.).

10. [Marinha]   [Marinha]  Varanda (na popa dos navios).

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Parecidas

Anagramas

Dúvidas linguísticas


Acho que se escreve boa fé e má fé e não boa-fé e má-fé, como sugere o dicionário. Estou certo?
A tradição lexicográfica portuguesa consagrou o uso do hífen em boa-fé e em má-fé e são estas grafias que aparecem registadas nas principais obras de referência da língua portuguesa contemporânea, nomeadamente em vocabulários, como o Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves (Coimbra: Coimbra Ed., 1966) ou o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Lisboa: Ed. Âncora, 2001), e em dicionários, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Lisboa: Verbo, 2001), o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Lisboa: Círculo de Leitores, 2002) ou o Novo Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa (Curitiba: Positivo, 2004).

O uso do hífen é problemático para os utilizadores da língua, pois obedece a regras pouco evidentes e algo contraditórias e é por vezes ditado por uma tradição lexicográfica que os falantes desconhecem. No caso específico de boa-fé, esta dificuldade torna-se evidente numa pesquisa em corpora ou em motores de busca da internet, podendo observar-se a ocorrência da palavra hifenizada a par da locução boa fé, inclusivamente em textos jurídicos. Estes casos, não estando previstos nas bases do Acordo Ortográfico que regulam o uso do hífen, regem-se geralmente pela tradição lexicográfica, motivo pelo qual é aconselhável optar pela grafia boa-fé, atestada na maioria das obras de referência, em detrimento da locução boa fé.




Está correto escrever numa tela de entrada de dados: nome do autorizante, matrícula do autorizante, endereço do autorizante? Não seria do autorizador ou autorizado?
Apesar de a palavra autorizante não se encontrar registada nos dicionários de língua portuguesa à nossa disposição, a sua formação é regular (adjunção do sufixo -ante ao verbo autorizar), pelo que o seu uso é possível.

O sufixo -ante é bastante produtivo na língua portuguesa, usando-se, tal como o sufixo -dor, para designar ou qualificar o agente da acção (ex.: acusador/acusante, maçador/maçante, ocupador/ocupante), como substantivo (ex.: o acusante terá de provar a acusação, ele é um maçador) ou como adjectivo (ex.: conversa maçadora, força ocupante).

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Palavra do dia

so·bre·a·no so·bre·a·no


(sobre- + ano)
nome masculino

[Brasil: Regionalismo]   [Brasil: Regionalismo]  Rês, geralmente novilho, com mais de um ano.

Confrontar: soberano.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/galeria [consultado em 31-01-2023]