Significado de económicos

    A forma económicosé [masculino plural de económicoeconômico].

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    económicoeconômico
    ( e·co·nó·mi·co

    e·co·nô·mi·co

    )

    adjectivoadjetivo

    1. Da economia ou a ela relativo (ex.: teorias económicas; ciências económicas; desenvolvimento económico).

    2. Que faz uso eficiente de recursos; que consome ou gasta apenas o estritamente necessário (ex.: é um carro muito económico).

    3. Que gasta pouco ou controla os gastos (ex.: sempre foi uma pessoa muito económica). = POUPADOGASTADOR, PERDULÁRIO

    4. Em que há economia; que reduz gastos.

    5. Que custa pouco dinheiro (ex.: é um computador bom e económico). = BARATOCARO, DISPENDIOSO

    nome masculino

    6. [Portugal: Trás-os-Montes] [Portugal: Trás-os-Montes] [Culinária] [Culinária] Biscoito feito à base de farinha, leite, ovos, manteiga, azeite e açúcar. = AZEITEIRO

    etimologiaOrigem:latim oeconomicus, -a, -um, do grego oikonomikós, -ê, -ón.

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    grafiaGrafia no Brasil:econômico.
    grafiaGrafia no Brasil:econômico.
    grafiaGrafia em Portugal:económico.
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    Esta palavra no dicionário

    daí | contr.

    Usa-se para indicar uma consequência ou conclusão decorrente do que foi dito anteriormente (ex.: o médico determinou o internamento hospitalar imediato, daí o suspeito estar confiado aos serviços hospitalares locais; os resultados económicos mantiveram-se estáveis durante o ano, daí as linhas do gráfico)....


    impróvido | adj.

    Que não mostra providência ou prudência....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "económicos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Tenho uma dúvida na utilização dos pronomes "lhe" ou "o". Por exemplo, nesta frase, qual é a forma correta: "para Carlos não lhe perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda" ou " para Carlos não o perturbava a existência, ou mesmo a necessidade dos movimentos da vanguarda"?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.