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    Esta palavra no dicionário

    baza | interj.

    Expressão usada para incitar a retirada ou saída (ex.: baza jantar fora; baza lá, que o tempo está fixe para surfar)....


    set | n. m.

    Conjunto de objetos usados numa função ou atividade (ex.: set de barbear; set de pneus; set de talheres)....


    quebra-coco | n. m.

    Onda que se forma após a onda principal e que rebenta rapidamente em cima da areia (ex.: os quebra-cocos podem dificultar a prática de surfe)....


    flat | n. m. | adj. 2 g.

    Apartamento....


    entubar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. tr. e intr.

    Dar ou tomar a forma de tubo (ex.: entubou a chapa metálica; a folha entubou-se)....




    Dúvidas linguísticas


    Na vossa página não compreendo a justificação para a resposta à dúvida 540: que se escreve multirriscos e não multi-riscos. Segundo o meu prontuário ortográfico, de 1990, os prefixos terminados em i são sempre separados com um hífen dos termos que começam por h, i, r e s . O prefixo multi- não é expressamente referido no prontuário. Qual a razão para nesse caso não se usar o hífen como nos demais referidos?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?