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basífugo

basífugobasífugo | adj.
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ba·sí·fu·go ba·sí·fu·go


adjectivo
adjetivo

[Botânica]   [Botânica]  Diz-se das plantas em que o crescimento, principalmente de inflorescências, é exclusivamente terminal, como nas crucíferas.

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Dúvidas linguísticas


É com espanto que vejo que na conjugação do verbo haver aparecer a forma houveram. Sempre aprendi que a 3.ª pessoa do plural do pretérito perfeito não existe. Podem-me explicar se é moda nova?!
A flexão do verbo haver varia consoante o seu emprego. Assim, quando este é empregue como verbo principal, com os sentidos de “existir” (em 1.a), de "ter decorrido" (em 2.a) e de “acontecer” (em 3.a), ele é impessoal, i.e., utiliza-se apenas na 3.ª pessoa do singular. Daí a má formação das frases 1.b), 2.b) e 3.b), assinaladas com asterisco (*):

1. a) Houve muitos deputados investigados.
b) * Houveram muitos deputados investigados.

2. a) Havia duas horas que estava à espera.
b) * Haviam duas horas que estava à espera.

3. a) Na semana passada houve muitos acidentes.
b) * Na semana passada houveram muitos acidentes.

Quando é empregue como verbo principal com outros sentidos que não os de "existir", "ter decorrido" ou "acontecer", é flexionado em todas as pessoas:

4. a) Os organizadores do colóquio houveram por bem encomendar uma sondagem. [achar, considerar]
b) E que bem se houveram os portugueses no confronto! [avir-se]

O verbo haver emprega-se ainda como auxiliar em tempos compostos, sendo também flexionado em todas as pessoas:

5. As encomendas haviam sido entregues.

Como se pode ver pelas frases 4-5, a 3.ª pessoa do plural do pretérito perfeito do verbo haver existe, pelo que o conjugador deve incluí-la, não podendo é ser utilizada nos casos em que o verbo é impessoal.




Como é que se conjuga o verbo ser: Não SOU eu quem autoriza ou Não É eu quem autoriza? Não SOU eu que autorizo ou Não É eu que autorizo?
As frases referidas contêm duas orações, uma subordinante (não sou eu), cujo sujeito é o pronome eu, e uma subordinada completiva substantiva (quem autoriza ou que autorizo), que desempenha a função de predicativo do sujeito da oração subordinante. Assim, se colocarmos os constituintes da primeira oração na ordem sujeito-verbo-predicativo do sujeito é mais fácil visualizar a estrutura que explica que o verbo ser deve concordar com o pronome eu (eu não sou [quem autoriza ou que autorizo]). A oração subordinada (quem autoriza ou que autorizo), quando construída com o pronome relativo quem obriga a que o verbo autorizar concorde com este pronome em género e número, correspondendo à terceira pessoa do singular; quando a oração subordinada se constrói com o pronome relativo que, o verbo autorizar deve estar na primeira pessoa do singular, pois o sujeito deste verbo é o pronome que, o qual, ao contrário do pronome quem, concorda obrigatoriamente com o antecedente nominal ou pronominal existente na oração anterior, no caso, o pronome eu.
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Palavra do dia

ar·ven·se ar·ven·se


(latim arvensis, -e)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Que cresce em terras cultivadas (ex.: espécie arvense).

2. Que produz grão ou forragem (ex.: cultura arvense; produções arvenses).

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/bas%C3%ADfugo [consultado em 01-07-2022]