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    Auxiliares de tradução

    Traduzir "espichando-mo" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    esquiça | n. f. | n. f. pl.

    Batoque; pau com que se tapa o orifício que se faz nas vasilhas para tirar vinho....


    estenderete | n. m.

    Má figura que se faz discursando ou em atos escolares ou públicos....


    suspiro | n. m.

    Respiração anelante causada por dor ou paixão que move o ânimo....


    cavirão | n. m.

    Espécie de espicha grande....


    espeto | n. m.

    Instrumento de ferro em que se enfiam carnes ou peixes para assar....




    Dúvidas linguísticas


    Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?