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adobe

A forma adobepode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de adobaradobar], [terceira pessoa singular do imperativo de adobaradobar], [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de adobaradobar] ou [nome masculino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
adobe1adobe1
|ô| |ô|
( a·do·be

a·do·be

)


nome masculino

1. Tijolo de argila.

2. Seixo do leito dos rios.

sinonimo ou antonimoSinónimoSinônimo geral: ADOBO

etimologiaOrigem etimológica:árabe at-tob.
Confrontar: adoba.
adobe2adobe2
|ô| |ô|
( a·do·be

a·do·be

)


nome masculino

[História] [História] Instrumento de ferro para prender pelos tornozelos. = ADOBA

etimologiaOrigem etimológica:árabe ad-dobba, ferrolho.
Confrontar: adobo.
adobaradobar
( a·do·bar

a·do·bar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. [Antigo] [Antigo] Algemar.

2. Fazer adobes.

Confrontar: adubar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "adobe" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Como se pronuncia xenofobia? É xenofobia ou zenofobia?
O x- de xenofobia pronuncia-se ch, como na palavra chave, pois esta é a pronúncia em português para a letra X em início de palavra (ex.: xadrez, xenofobia, xisto, xô). São raros os casos em que a letra x se pronuncia [z] e estes casos correspondem a um contexto intervocálico em algumas palavras começadas por e- (ex.: exagerar, exemplo, existir, exótico, exuberante) ou nos seus derivados (ex.: coexistir, inexacto, preexistir, reexaminar, sobreexaltar [ou sobre-exaltar, segundo o Acordo Ortográfico de 1990 - ver Base XVI, 1.º, alínea b)]).



Gostaria de saber se escrever ou dizer o termo deve de ser é correcto? Eu penso que não é correcto, uma vez que neste caso deverá dizer-se ou escrever deverá ser... Vejo muitas pessoas a usarem este tipo de linguagem no seu dia-a-dia e penso que isto seja uma espécie de calão, mas já com grande influência no vocabulário dos portugueses em geral.
Na questão que nos coloca, o verbo dever comporta-se como um verbo modal, pois serve para exprimir necessidade ou obrigação, e como verbo semiauxiliar, pois corresponde apenas a alguns dos critérios de auxiliaridade geralmente atribuídos a verbos auxiliares puros como o ser ou o estar (sobre estes critérios, poderá consultar a Gramática da Língua Portuguesa, de Maria Helena Mira Mateus, Ana Maria Brito, Inês Duarte e Isabel Hub Faria, pp. 303-305). Neste contexto, o verbo dever pode ser utilizado com ou sem preposição antes do verbo principal (ex.: ele deve ser rico = ele deve de ser rico). Há ainda autores (como Francisco Fernandes, no Dicionário de Verbos e Regimes, p. 240, ou Evanildo Bechara, na sua Moderna Gramática Portuguesa, p. 232) que consideram existir uma ligeira diferença semântica entre as construções com e sem a preposição, exprimindo as primeiras uma maior precisão (ex.: deve haver muita gente na praia) e as segundas apenas uma probabilidade (ex.: deve de haver muita gente na praia). O uso actual não leva em conta esta distinção, dando preferência à estrutura que prescinde da preposição (dever + infinitivo).