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Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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reveria

reveriareveria | n. f.
1ª pess. sing. cond. de reverrever
3ª pess. sing. cond. de reverrever
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

re·ve·ri·a re·ve·ri·a


nome feminino

[Regionalismo]   [Regionalismo]  Respeito; homenagem; acatamento.


re·ver |vê|re·ver |vê|

- ConjugarConjugar

(re- + ver)
verbo transitivo

1. Tornar a ver.

2. Examinar cuidadosamente.

3. Fazer a revisão de.

4. Corrigir (provas).

5. [Figurado, Pouco usado]   [Figurado, Pouco usado]  Suspeitar, presumir, antever.

6. Ressudar.

verbo intransitivo

7. Recuperar a vista.

8. Coar-se, ressumar, marejar, transudar.

9. [Figurado]   [Figurado]  Deixar-se ver, aparecer, mostrar-se.

10. Transpirar, divulgar-se, tornar-se notório.

verbo pronominal

11. Tornar a ver-se.

12. Sentir prazer em contemplar-se.

13. Ensoberbecer-se, deleitar-se, regalar-se (emprega-se também em sentido irónico).


Ver também resposta à dúvida: "provêem" segundo o Acordo Ortográfico de 1990.
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Parecidas

Dúvidas linguísticas


Escreve-se n.º ou nº sem o . (ponto)? E no caso de 1.º ? É possível utilizar as duas formas ou só há uma?
Nem o Acordo Ortográfico de 1990 nem o Acordo Ortográfico de 1945 se pronunciam acerca do uso do ponto ou do traço nestes casos, mas, nos exemplos de abreviaturas que estes textos legais apresentam, o ponto é sempre utilizado. Os prontuários também não se referem de modo específico a estas abreviaturas, mas apresentam listas de abreviaturas similares em que o ponto é sempre utilizado. Como se trata também de uma abreviatura de um ordinal (apesar de apresentar características distintas, por não utilizar letras mas dígitos), o ponto, que na maioria dos casos substitui o que se suprimiu da forma por extenso, é usualmente utilizado antes do símbolo indicador da marca de género e de número (1.ª, 2.º).
Quanto ao traço sob o símbolo do numeral ordinal (ex.: o), mais uma vez não existe nada estabelecido sobre o seu uso nos textos legais e nas gramáticas. O mais comum nos textos impressos é não se colocar o traço, mas isso deve-se mais ao tipo de letra utilizado do que propriamente a uma regra explícita. O facto de se utilizar muitas vezes em escrita manuscrita poderá supor o facto de se tratar de um vestígio de escrita cursiva.




Tenho muitas dúvidas em relação ao uso dos verbos. Há verbos que exigem certas preposições e ultimamente tenho sentido dificuldades em distinguir quais são. Por exemplo utiliza-se constar em ou constar de; ter intenção de ou ter intenção para?
A questão colocada toca uma área problemática no uso da língua (e não só em relação aos verbos), pois trata-se de informação lexical, isto é, de uma estrutura que diz respeito a cada palavra ou constituinte frásico e à sua relação com as outras palavras ou outros constituintes frásicos, e para a qual não há regras fixas. Na maioria dos casos, os utilizadores conhecem as palavras e empregam as preposições correctas (ex.: Gosto de chocolate; Tenho um gosto especial por filmes antigos), e normalmente esse conhecimento é tanto maior quanto maior for a experiência de leitura do utilizador da língua.

Há muitos casos, porém, em que surgem dúvidas sobre a preposição a utilizar (ou sequer se deve ser utilizada uma preposição) ou sobre a construção mais correcta de entre várias possíveis. Nestes casos, a resposta raramente se adequa a muitos casos, apenas a pequenos grupos de palavras, e deve ser procurada quase caso a caso (por exemplo, verbos que podem ser sinónimos, como gostar e simpatizar, podem construir-se com estruturas diferentes, como gostar de e simpatizar com).

Assim, e especificamente para os exemplos de constar, pode dizer-se que este verbo é transitivo indirecto, podendo construir-se com as preposições de ou em (ex.: Há várias fases que constam do projecto; Aquele nome não consta na [= em + a] lista). Pode também ser construído com a preposição a, mas já com outro significado (ex.: Constou ao [= a + o] patrão que o funcionário era incompetente). A par destas construções, o verbo pode também ser intransitivo, isto é, não ter complementos (ex.: A incompetência do funcionário já constava; O nome não consta).

Relativamente a (ter) intenção, também é possível a construção com ambas as preposições de e para (com), embora em contextos diferentes, exprimindo com de geralmente a descrição da intenção (ex.: Tenho a intenção de fazer isso hoje; A nossa intenção de ajuda foi mal entendida), e com para com o destinatário da intenção (ex.: A nossa intenção para com o novo colega é a melhor; A minha intenção para esta noite era dormir cedo).

Para esclarecer esta e outras dúvidas afins, é útil ter um ou mais instrumentos de consulta, nomeadamente dicionários de língua com exemplos de uso (por exemplo, o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências/Verbo, o Dicionário Houaiss, do Círculo de Leitores), ou obras específicas sobre regências verbais e nominais (por exemplo, dicionários de regimes de verbos ou de substantivos e adjectivos, como os de Francisco Fernandes, da Editora Globo, ou os da Fim de Século Edições), ou ainda certos prontuários com listas de preposições para verbos, nomes ou adjectivos.

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Palavra do dia

fa·ta·caz fa·ta·caz


(origem duvidosa, talvez de fatia + -aco + -az)
nome masculino

1. Grande pedaço. = NACO

2. Grande afeição. = AMOR, PAIXÃO


SinónimoSinônimo Geral: FACATAZ, FARTACAZ

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/reveria [consultado em 27-01-2023]