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mineira

A forma mineirapode ser [feminino singular de mineiromineiro] ou [nome feminino].

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mineiramineira
( mi·nei·ra

mi·nei·ra

)


nome feminino

1. Terreno abundante em minério. = MINA

2. [Brasil] [Brasil] Variedade de formiga.

etimologiaOrigem etimológica:mina + -eira.
mineiro1mineiro1
( mi·nei·ro

mi·nei·ro

)


adjectivoadjetivo

1. Relativo a minas.

2. Abundante em minas.


nome masculino

3. Trabalhador em minas. = MINERADOR

4. Proprietário de mina. = MINERADOR

5. Militar que coloca minas.

etimologiaOrigem etimológica:mina + -eiro.
Colectivo:Coletivo:Coletivo:mineirada.
mineiro2mineiro2
( mi·nei·ro

mi·nei·ro

)


adjectivoadjetivo

1. Relativo ou pertencente ao estado brasileiro de Minas Gerais.


nome masculino

2. Natural ou habitante de Minas Gerais.

sinonimo ou antonimoSinónimoSinônimo geral: GERALISTA

etimologiaOrigem etimológica:Minas [Gerais], topónimo + -eiro.

Auxiliares de tradução

Traduzir "mineira" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Como se pronuncia xenofobia? É xenofobia ou zenofobia?
O x- de xenofobia pronuncia-se ch, como na palavra chave, pois esta é a pronúncia em português para a letra X em início de palavra (ex.: xadrez, xenofobia, xisto, xô). São raros os casos em que a letra x se pronuncia [z] e estes casos correspondem a um contexto intervocálico em algumas palavras começadas por e- (ex.: exagerar, exemplo, existir, exótico, exuberante) ou nos seus derivados (ex.: coexistir, inexacto, preexistir, reexaminar, sobreexaltar [ou sobre-exaltar, segundo o Acordo Ortográfico de 1990 - ver Base XVI, 1.º, alínea b)]).



Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?
As chamadas regras para transformar o discurso directo em discurso indirecto mantêm-se, e têm na Nova Gramática do Português Contemporâneo (14.ª ed., Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, pp. 629-637) uma sistematização bastante completa.
No entanto, o discurso indirecto livre parece estar a ser cada vez mais usado na imprensa, consciente ou inconscientemente.

Esta forma de discurso é muito usada na oralidade e em textos literários que pretendem diminuir a distância entre o narrador e o discurso relatado e tem como característica exactamente a fusão do discurso directo com o discurso indirecto.
Disso é exemplo a frase apontada (O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos), em que o início tem claramente características de discurso indirecto, como o enunciado na 3.ª pessoa (O ministro X prometeu) ou a oração subordinada integrante dependente de um verbo que indica declaração ou afirmação (prometeu que), e a segunda parte tem claramente características de discurso directo, como o tempo verbal no presente ou no futuro (o seu governo vai/irá cumprir) em vez de no pretérito imperfeito ou no condicional, como seria normal no discurso indirecto (o seu governo ia/iria cumprir).

Para melhor exemplificar a noção de discurso indirecto livre, por contraste com o discurso directo e com o discurso indirecto, colocamos as três frases a seguir.

Discurso directo: O meu governo vai cumprir os prazos.
Discurso indirecto: O ministro X prometeu que o seu governo ia cumprir os prazos.
Discurso indirecto livre: O ministro X prometeu que o seu governo vai cumprir os prazos.