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desempate

A forma desempatepode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de desempatardesempatar], [terceira pessoa singular do imperativo de desempatardesempatar], [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de desempatardesempatar] ou [nome masculino].

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desempatedesempate
( de·sem·pa·te

de·sem·pa·te

)


nome masculino

1. Cessação do empate.

2. Decisão.

desempatardesempatar
( de·sem·pa·tar

de·sem·pa·tar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo e intransitivo

1. Fazer cessar uma situação de empate ou de igualdade (ex.: o presidente tem poder para desempatar a votação; as equipas não conseguiram desempatar). = DECIDIR

2. Tomar uma decisão ou fazer avançar algo.EMPEÇAR


verbo transitivo

3. Remover um embaraço, uma dificuldade ou um impedimento. = RESOLVEREMBARAÇAR, ESTORVAR

sinonimo ou antonimoAntónimoAntônimo geral: EMPATAR

etimologiaOrigem etimológica:des- + empatar.

Auxiliares de tradução

Traduzir "desempate" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber qual o antônimo de pensando.
É difícil encontrar uma palavra antónima para o verbo pensar (o mais fácil é a locução não pensar). No entanto, e apenas em alguns contextos, é possível utilizar o antónimo esquecer (por exemplo, pensou no pai) ou desconhecer (por exemplo, pensou na solução mais correcta).



Qual a função sintáctica de «a médico, confessor e advogado» na frase «a médico, confessor e advogado nunca enganes»: A. complemento indirecto B. complemento directo C. sujeito
A frase que refere é em tudo semelhante à que é apresentada na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra (Lisboa: Ed. João Sá da Costa, 1998, 14.ª ed., p. 143), como exemplo de uma frase com objecto (ou complemento) directo preposicionado. O constituinte sintáctico a médico, confessor e advogado desempenha aqui a função de complemento directo, ainda que preposicionado, pois, se por regra o complemento directo não é introduzido por preposição, neste caso, e segundo a mesma gramática, “o emprego da preposição não obrigatória transmite à relação um vigor novo, pois o reforço que advém do conteúdo significativo da preposição é sempre um elemento intensificador e clarificador da relação verbo-objecto” (p. 555). Os complementos directos preposicionados contêm normalmente a preposição a e são estruturas algo raras na língua actual; têm como principal função a desambiguação dos constituintes, especialmente quando há inversão da ordem canónica ou elisão do verbo (ex.: ao médico enganou o rapaz e ao confessor a rapariga), ou a ênfase de um constituinte, normalmente em estruturas ligadas a verbos como adorar, amar, bendizer, estimar (ex.: os crentes amam a Deus; estima muito aos teus pais).