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    Significado de Destocar-se-tos

    A forma Destocar-se-tospode ser [infinitivo de destocardestocar], [primeira pessoa e segunda pessoa singular do pretérito perfeito e do futuro do conjuntivo de destocardestocar], [primeira pessoa plural do pretérito imperfeito infinitivo e do indicativo de destocardestocar], [primeira pessoa singular do presente do indicativo e infinitivo flexionado de destocardestocar], [terceira pessoa singular do presente do indicativo e infinitivo flexionado de destocardestocar] ou [terceira pessoa singular do pretérito perfeito e do futuro do conjuntivo de destocardestocar].

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    Esta palavra no dicionário

    desencovilar | v. tr. e pron.

    Tirar ou sair do covil ou da toca....


    desentocar | v. tr. e pron.

    Tirar ou sair da toca....


    entocar | v. tr. e pron.

    Meter ou meter-se na toca....




    Dúvidas linguísticas


    Na vossa página não compreendo a justificação para a resposta à dúvida 540: que se escreve multirriscos e não multi-riscos. Segundo o meu prontuário ortográfico, de 1990, os prefixos terminados em i são sempre separados com um hífen dos termos que começam por h, i, r e s . O prefixo multi- não é expressamente referido no prontuário. Qual a razão para nesse caso não se usar o hífen como nos demais referidos?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?