Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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separarseparar | v. tr. | v. pron.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

se·pa·rar se·pa·rar - ConjugarConjugar
(latim separo, -are, pôr à parte, distinguir)
verbo transitivo

1. Desunir o que estava ligado. = AFASTAR

2. Interromper.

3. Dispor por grupos.

4. Pôr à parte; pôr de lado.

5. Estremar.

6. Distinguir.

7. Discernir.

8. Dividir; repartir.

9. Impedir a união de.

10. Estabelecer a discórdia entre.

11. Permitir ou decretar a quebra da vida conjugal entre.

verbo pronominal

12. Desagregar-se.

13. Desunir-se.

14. Partir-se.

15. Desligar-se.

16. Afastar-se.

17. Despegar-se.

18. Dividir-se.

19. Divorciar-se.

20. Deixar de viver em comum.

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Dúvidas linguísticas


Não será a palavra revivalismo portuguesa? Porque não existe no dicionário? Será um estrangeirismo? Mas quantos não foram já "absorvidos" por tão correntes no português escrito e falado?
A palavra revivalismo, apesar de não se encontrar na nomenclatura do Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, encontra-se registada noutros dicionários de língua portuguesa como, por exemplo, o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (Academia das Ciências de Lisboa/Verbo, Lisboa, 2001). Deriva da palavra inglesa revivalism e refere-se ao ressurgimento de ideias, modas ou tendências que fizeram parte do passado.



Tenho ouvido em alguns serviços informativos da TV a utilização incorrecta (acho eu) de alguns verbos. Qual a frase correcta: "O professor mandou os alunos fazerem uma cópia" ou "O professor mandou os alunos fazer uma cópia"? Obrigada.
A dúvida diz respeito ao uso do infinitivo pessoal ou flexionado (fazerem) ou do infinitivo impessoal (fazer).

Quando o sujeito da oração principal (O professor) é diferente do sujeito da oração infinitiva (os alunos), a tendência é usar o infinitivo pessoal, pelo que a frase mais consensual será O professor mandou os alunos fazerem uma cópia. Note-se que não se fala marcadamente de regras relativamente a este tópico porque se trata de uma questão mais do campo da estilística do que do campo da gramática, tal como afirmam Celso Cunha e Lindley Cintra na sua Nova Gramática do Português Contemporâneo (14.ª ed., Edições Sá da Costa, Lisboa, 1998, p. 482):

«O emprego das formas flexionada e não flexionada do infinitivo é uma das questões mais controvertidas da sintaxe portuguesa. Numerosas têm sido as regras propostas pelos gramáticos para orientar com precisão o uso selectivo das duas formas. Quase todas, porém, submetidas a um exame mais acurado, revelaram-se insuficientes ou irreais. Em verdade, os escritores das diversas fases da língua portuguesa nunca se pautaram, no caso, por exclusivas razões de ordem gramatical, mas viram-se sempre, no acto da escolha, influenciáveis por ponderáveis motivos de ordem estilística, tais como o ritmo da frase, a ênfase do enunciado, a clareza da expressão. Por tudo isso, parece-nos mais acertado falar não de regras, mas de tendências que se observam no emprego de uma e de outra forma do infinitivo.»

Sobre este assunto, pode ainda consultar a resposta à dúvida linguística infinitivo flexionado e pretérito mais-que-perfeito

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Palavra do dia

em·bus·te·ar em·bus·te·ar - ConjugarConjugar
(embuste + -ear)
verbo transitivo

1. Enganar com embustes.

2. Enganar, mentir, iludir.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/separar [consultado em 31-05-2020]