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ensebamento

A forma ensebamentopode ser [derivação masculino singular de ensebarensebar] ou [nome masculino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
ensebamentoensebamento
( en·se·ba·men·to

en·se·ba·men·to

)


nome masculino

[Regionalismo] [Regionalismo] Acto ou efeito de ensebar.

etimologiaOrigem etimológica: ensebar + -mento.
ensebar1ensebar1
( en·se·bar

en·se·bar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo e pronominal

1. Sujar ou sujar-se com sebo.


verbo transitivo

2. Pôr sebo em.

3. [Figurado] [Figurado] Sujar com uso aturado.

etimologiaOrigem etimológica: en- + sebo + -ar.
ensebar2ensebar2
( en·se·bar

en·se·bar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

[Regionalismo] [Regionalismo] Rodear de sebe.

etimologiaOrigem etimológica: en- + sebe + -ar.
ensebamentoensebamento

Palavras vizinhas

Esta palavra no dicionário



Dúvidas linguísticas



Deve-se escrever colete em seda vermelha ou colete em seda vermelho?
As duas possibilidades estão correctas; na primeira o adjectivo vermelho qualifica e concorda com o substantivo feminino seda, enquanto na segunda qualifica e concorda com o substantivo masculino colete.



Seríssimo ou seriíssimo?
Ambas as formas seríssimo e seriíssimo podem ser consideradas correctas como superlativo absoluto sintético do adjectivo sério.

O superlativo absoluto sintético simples, isto é, o grau do adjectivo que exprime, através de uma só palavra, o elevado grau de determinado atributo, forma-se pela junção do sufixo -íssimo ao adjectivo (ex.: altíssimo).

No caso de grande número de adjectivos terminados em -eio e em -io, a forma gerada apresenta geralmente dois ii, um pertencente ao adjectivo, o outro ao sufixo (ex.: cheiíssimo, feiíssimo, maciíssimo, vadiíssimo).

Há alguns adjectivos, porém, como sério, que podem gerar duas formas de superlativo absoluto sintético: seriíssimo ou seríssimo. No entanto, como é referido por Celso Cunha e Lindley Cintra na sua Nova Gramática do Português Contemporâneo (Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, p. 260), parece haver uma maior aceitação das formas com apenas um i: “Em lugar das formas superlativas seriíssimo, necessariíssimo e outras semelhantes, a língua actual prefere seríssimo, necessaríssimo, com um só i”. O mesmo sucede com necessário, ordinário, precário ou sumário, por exemplo.