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eletivo

electivoeletivoeletivo | adj.
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e·lec·ti·vo |èt|e·le·ti·vo |èt|e·le·ti·vo |èt|


adjectivo
adjetivo

1. Relativo a eleição (ex.: congresso electivo; processo electivo).

2. Que se alcança ou é feito por eleição (ex.: cargo electivo).

3. [Farmácia]   [Farmácia]  Diz-se dos remédios que actuam brandamente.

4. [Medicina]   [Medicina]  Que resulta de uma escolha ou opção terapêutica e não de uma urgência ou emergência (ex.: internamento electivo).


• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: eletivo.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: electivo.


• Grafia no Brasil: eletivo.

• Grafia em Portugal: electivo.
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Parecidas

Anagramas

Esta palavra no dicionário

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Esta palavra em blogues

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um cargo eletivo na política..

Em Caderno B

...pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) relata o atraso cirúrgico emergencial e eletivo durante a pandemia, no Brasil

Em Caderno B

...nos eleitos, mas tão importante para quem está presidente ou membro de um órgão eletivo ..

Em Nuno de Matos

...requer ainda o ressarcimento dos danos, a perda de cargo, função pública ou mandato eletivo eventualmente exercidos pelos réus, bem como a perda ou suspensão temporária dos direitos políticos..

Em www.blogrsj.com

...e teve quase 180 votos na eleição passada, primeira vez que concorreu a cargo eletivo ..

Em www.noticiadafoto.com.br
Blogues do SAPO

Dúvidas linguísticas


Não encontrei a palavra manicáca, que segundo alguns dicionários antigos (Porto Editora) significa afeminado.
A grafia correcta é manicaca ou menicaca. A grafia acentuada, manicáca, é considerada uma forma histórica, isto é, uma grafia que surgiu em textos mais antigos mas que hoje não é aceite como correcta (razão pela qual a editora que menciona, a Porto Editora, deixou de a incluir nos seus dicionários mais recentes).



Em expressões como não análise, não excedente, não conhecimento, não aceitação, não provimento, etc., quando deve ser utilizado, ou não, o hífen?
A utilização do hífen em casos semelhantes aos apresentados é possível e até muito usual.

A palavra não, por se tratar de um advérbio, é uma palavra invariável usada geralmente para modificar um verbo (ex.: não comi), um adjectivo (ex.: pessoa não competente), outro advérbio (ex.: agindo não eficazmente) ou uma frase (ex.: não podemos deixar-nos adormecer) mas em geral não modifica substantivos. Por este motivo, é comum ligar este advérbio por hífen a um substantivo que se lhe segue, mas tal procedimento não é obrigatório, nem é regulado por qualquer indicação nos textos legais em vigor para a língua portuguesa.

O que é dito sobre o hífen no Acordo Ortográfico de 1945 (válido para o português europeu, mas muito semelhante ao que é dito no Formulário Ortográfico de 1943, válido para o português do Brasil) é bastante vago e nada esclarecedor sobre este assunto: “Emprega-se o hífen nos compostos em que entram, foneticamente distintos (e, portanto, com acentos gráficos, se os têm à parte), dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento, um substantivo e um adjectivo, um adjectivo e um substantivo, dois adjectivos ou um adjectivo e um substantivo com valor adjectivo, uma forma verbal e um substantivo, duas formas verbais, ou ainda outras combinações de palavras, e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos.” (Base XXVIII [sublinhado nosso]).

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada a este respeito.

O uso do hífen coloca então muitas dúvidas aos utilizadores da língua, pois não obedece geralmente a critérios lógicos, mas antes a convenções e muitas vezes é justificado devido à tradição de registo em dicionários de língua que funcionam como referência. Neste âmbito, surgem em muitos dicionários entradas com o elemento não- seguido de adjectivos, substantivos e verbos, mas como, em teoria, qualquer palavra de uma destas classes poderia ser modificada pelo advérbio não, o registo de todas as formas possíveis seria impraticável e de muito pouca utilidade para o consulente.

Em conclusão, podemos afirmar que o uso do hífen é possível para ligar o advérbio não a um substantivo; o uso do hífen para ligar o advérbio não a classes que são habitualmente modificadas por advérbios (verbos, adjectivos, advérbios) parece ser desnecessário, dadas as características da classe adverbial, mas nada o impede.

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Palavra do dia

guar·den·se guar·den·se


(Guarda, topónimo + -ense)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Relativo ou pertencente à cidade portuguesa da Guarda, no distrito com o mesmo nome.

nome de dois géneros

2. Natural ou habitante da Guarda.


SinónimoSinônimo Geral: EGITANIENSE

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/eletivo [consultado em 27-11-2021]