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assembleia

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assembleiaassembléiaassembleia
( as·sem·blei·a

as·sem·bléi·a

as·sem·blei·a

)


nome feminino

1. Grupo de pessoas reunidas.

2. Reunião de pessoas convocadas (ex.: assembleia de condóminos; assembleia de credores). = PLENÁRIO

3. Corporação, associação.

4. Sociedade, clube.

5. Sarau, baile.

6. Comício.

7. [Portugal] [Portugal] [Administração] [Administração] Órgão deliberativo do poder local (ex.: assembleia de freguesia; assembleia municipal).

8. [Administração] [Administração] Conjunto formado pelas câmaras legislativas de um país. = PARLAMENTO

9. [Portugal] [Portugal] [Administração] [Administração] Grupo dos deputados. = PARLAMENTO

10. [Brasil] [Brasil] [Administração] [Administração] Congresso estadual.

11. [Militar] [Militar] Toque de chamada.

12. [Botânica] [Botânica] Planta crucífera.

13. [Antigo] [Antigo] Tribunal da ordem de Malta.


assembleia constituinte

[Política] [Política]   Reunião de representantes de um Estado com poder para elaborar ou alterar a constituição desse Estado.

assembleia de voto

Local onde se realiza uma eleição.

assembleia geral

Reunião de pessoas com poder deliberativo.

assembleia representativa

A que é formada de representantes do povo.

etimologiaOrigem etimológica:francês assemblée.
grafiaGrafia no Brasil:assembléia.
grafiaGrafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990:assembleia.
grafia Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: assembléia.
grafiaGrafia em Portugal:assembleia.

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Anagramas



Dúvidas linguísticas



A minha dúvida é a respeito da etimologia de determinadas palavras cuja raiz é de origem latina, por ex. bondade, sensibilidade, depressão, etc. No Dicionário Priberam elas aparecem com a terminação nominativa mas noutros dicionários parece-me que estão na terminação ablativa e não nominativa. Gostaria que me esclarecessem.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa regista, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas que são normalmente enunciadas na forma do nominativo, seguida do genitivo: bonitas, bonitatis (ou bonitas, -atis); sensibilitas, sensibilitatis (ou sensibilitas, -atis) e depressio, depressionis (ou depressio, -onis).

Noutros dicionários gerais de língua portuguesa, é muito usual o registo da etimologia latina através da forma do acusativo sem a desinência -m (não se trata, como à primeira vista pode parecer, do ablativo). Isto acontece por ser o acusativo o caso lexicogénico, isto é, o caso latino que deu origem à maioria das palavras do português, e por, na evolução do latim para o português, o -m da desinência acusativa ter invariavelmente desaparecido. Assim, alguns dicionários registam, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas bonitate, sensibilitate e depressione, que foram extrapoladas, respectivamente, dos acusativos bonitatem, sensibilitatem e depressionem.

Esta opção de apresentar o acusativo apocopado pode causar alguma perplexidade nos consulentes dos dicionários, que depois não encontram estas formas em dicionários de latim. Alguns dicionários optam por assinalar a queda do -m, colocando um hífen no final do étimo latino (ex.: bonitate-, sensibilitate-, depressione-). Outros, mais raros, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa optaram por enunciar os étimos latinos (ex.: bonitas, -atis; sensibilitas, -atis, depressio, -onis), não os apresentando como a maioria dos dicionários; o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa não enuncia o étimo latino dos verbos, referenciando apenas a forma do infinitivo (ex.: fazer < facere; sentir < sentire).




Tenho uma dúvida acerca de uma conjugação perifrástica. Para exprimir a necessidade ou obrigatoriedade de praticar uma acção utiliza-se ter que ou ter de? Ou estão ambos correctos?
Em termos semânticos, as duas construções são usadas para designar a necessidade ou obrigatoriedade (e estão registadas em dicionários, nomeadamente no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências/Verbo, na edição portuguesa do Dicionário Houaiss, do Círculo de Leitores ou no Dicionário Aurélio, da Ed. Nova Fronteira). No entanto, a construção ter que é considerada por vezes como uma construção menos indicada, talvez por ser mais recente na língua.