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    Esta palavra no dicionário

    carampão | n. m.

    Peça que faz deslizar o prelo sobre as correntes....


    grampa | n. f.

    Instrumento para apertar, por meio de roscas ou parafusos....


    agrafador | n. m. | adj.

    Aparelho usado para agrafar ou prender com grampo metálico conjuntos de folhas soltas de papel ou cadernos. (Equivalente no português do Brasil: grampeador.)...


    agrafo | n. m.

    Gancho metálico, com as pontas dobradas em ângulo reto, aplicado com um agrafador e usado geralmente para fixar folhas de papel umas às outras. (Equivalente no português do Brasil: grampo.)...




    Dúvidas linguísticas


    Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?