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estrebuchamento

A forma estrebuchamentopode ser [derivação masculino singular de estrebucharestrebuchar] ou [nome masculino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
estrebuchamentoestrebuchamento
( es·tre·bu·cha·men·to

es·tre·bu·cha·men·to

)


nome masculino

Acto de estrebuchar. = CONVULSÃO, ESTREBUCHO

etimologiaOrigem etimológica:estrebuchar + -mento.
estrebucharestrebuchar
( es·tre·bu·char

es·tre·bu·char

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo, intransitivo e pronominal

1. Agitar os braços, as pernas e a cabeça, convulsivamente (ex.: estrebuchar os braços; estrebuchou até ao último suspiro; estrebuchar-se no chão). = DEBATER-SE, SACUDIR-SE


verbo transitivo e intransitivo

2. Demonstrar grande agitação emocional (ex.: estrebuchar emoções; estrebuchar de ódio).

sinonimo ou antonimoSinónimoSinônimo geral: AGITAR-SE



Dúvidas linguísticas



Quando atendemos um telefone é correto falar "pois não"?
A locução adverbial interrogativa pois não usa-se para saber o que alguém pretende ou para mostrar disponibilidade para ouvir uma solicitação, pelo que pode ser utilizada como fórmula de atendimento de uma chamada telefónica.



Escreve-se ei-la ou hei-la?
A forma correcta é ei-la.

A palavra eis é tradicionalmente classificada como um advérbio e parece ser o único caso, em português, de uma forma não verbal que se liga por hífen aos clíticos. Como termina em -s, quando se lhe segue o clítico o ou as flexões a, os e as, este apresenta a forma -lo, -la, -los, -las, com consequente supressão de -s (ei-lo, ei-la, ei-los, ei-las).

A forma hei-la poderia corresponder à flexão da segunda pessoa do plural do verbo haver no presente do indicativo (ex.: vós heis uma propriedade > vós hei-la), mas esta forma, a par da forma hemos, já é desusada no português contemporâneo, sendo usadas, respectivamente, as formas haveis e havemos. Vestígios destas formas estão presentes na formação do futuro do indicativo (ex.: nós ofereceremos, vós oferecereis, nós oferecê-la-emos, vós oferecê-la-eis; sobre este assunto, poderá consultar a resposta mesóclise).

Pelo que acima foi dito, e apesar de a forma heis poder estar na origem da forma eis (o que pode explicar o facto de o clítico se ligar por hífen a uma forma não verbal e de ter um comportamento que se aproxima do de uma forma verbal), a grafia hei-la não pode ser considerada regular no português contemporâneo, pelo que o seu uso é desaconselhado.