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    Pesquisa nas Definições por:

    programou

    estultificante | adj. 2 g.

    Que estultifica, que torna estúpido (ex.: programa estultificante)....


    Relativo a mísseis ou à missilística (ex.: ameaça missilística; programa missilístico; tecnologia missilística)....


    mira | n. f.

    Peça que, numa arma de fogo, regula a pontaria....


    monitor | n. m.

    Aquele que dá conselhos, lições, etc....


    repertório | n. m.

    Índice alfabético das matérias contidas num livro....


    aplicativo | adj. | n. m.

    Que pode ou deve ser aplicado....


    garota | n. f.

    Criança do sexo feminino....


    indexador | adj. | n. m.

    Que indexa ou serve para indexar....


    Transformação de um código ou de uma linguagem que estava convertida para ser lida por um computador em linguagem de programação....


    malware | n. m.

    Programa concebido para causar danos ou para aceder ilegalmente a informação em sistemas informáticos....


    chunguice | n. f.

    Qualidade do que é chunga (ex.: o programa é de uma chunguice notável)....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de tirar uma dúvida relacionada com a frase que segue: em vez de ir ao cinema, deveria ir ao parque. É correto usar em vez de ou esse termo deveria ser substituído por ao invés de? Pergunto isso porque uma amiga formada em Letras com licenciatura em língua portuguesa afirmou que em vez de está errado, no entanto vejo essa expressão em livros e revistas.


    Desde sempre usei a expressão quando muito para exprimir uma dúvida razoável ou uma cedência como em: Quando muito, espero por ti até às 4 e 15. De há uns tempos para cá, tenho ouvido E LIDO quanto muito usado para exprimir o mesmo. Qual deles está certo?