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nociceptividade

A forma nociceptividadepode ser [derivação feminino singular de nociceptivonocicetivonociceptivo] ou [nome feminino].

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nociceptividadenocicetividadenociceptividade
( no·ci·cep·ti·vi·da·de no·ci·ce·ti·vi·da·de

no·ci·cep·ti·vi·da·de

)


nome feminino

[Medicina] [Medicina] Qualidade do que é nociceptivo. = NOCIRRECEPTIVIDADE

etimologiaOrigem etimológica:nociceptivo + -idade.

sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: nocicetividade.
sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: nociceptividade.
grafiaGrafia no Brasil:nociceptividade.
grafiaGrafia em Portugal:nocicetividade.
nociceptivonocicetivonociceptivo
( no·ci·cep·ti·vo no·ci·ce·ti·vo

no·ci·cep·ti·vo

)


adjectivoadjetivo

1. [Medicina] [Medicina] Que causa dor (ex.: estímulo nociceptivo).

2. [Medicina] [Medicina] Que resulta de estímulo que causa dor (ex.: dor nociceptiva, reflexo nociceptivo).

3. [Medicina] [Medicina] Relativo a nociceptor.

sinonimo ou antonimoSinónimoSinônimo geral: NOCIRRECEPTIVO

etimologiaOrigem etimológica:latim noceo, -ere, fazer mal, prejudicar, lesar + [re]ceptivo.

sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: nocicetivo.
sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: nociceptivo.
grafiaGrafia no Brasil:nociceptivo.
grafiaGrafia em Portugal:nocicetivo.
nociceptividadenociceptividade


Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber qual a pronúncia correcta de periquito?
Ao contrário da ortografia, que é regulada por textos legais (ver o texto do Acordo Ortográfico), não há critérios rigorosos de correcção linguística no que diz respeito à pronúncia, e, na maioria dos casos em que os falantes têm dúvidas quanto à pronúncia das palavras, não se trata de erros, mas de variações de pronúncia relacionadas com o dialecto, sociolecto ou mesmo idiolecto do falante. O que acontece é que alguns gramáticos preconizam determinadas indicações ortoépicas e algumas obras lexicográficas contêm indicações de pronúncia ou até transcrições fonéticas; estas indicações podem então funcionar como referência, o que não invalida outras opções que têm de ser aceites, desde que não colidam com as relações entre ortografia e fonética e não constituam entraves à comunicação.

A pronúncia que mais respeita a relação ortografia/fonética será p[i]riquito, correspondendo o símbolo [i] à vogal central fechada (denominada muitas vezes “e mudo”), presente, no português europeu, em de, saudade ou seminu. Esta é a opção de transcrição adoptada pelo Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa e do Grande Dicionário Língua Portuguesa da Porto Editora. Há, no entanto, outro fenómeno que condiciona a pronúncia desta palavra, fazendo com que grande parte dos falantes pronuncie p[i]riquito, correspondendo o símbolo [i] à vogal anterior fechada, presente em si, minuta ou táxi. Trata-se da assimilação (fenómeno fonético que torna iguais ou semelhantes dois ou mais segmentos fonéticos diferentes) do som [i] de p[i]riquito pelo som [i] de per[i]qu[i]to.

A dissimilação, fenómeno mais frequente em português e inverso da assimilação, é tratada na resposta pronúncia de ridículo, ministro ou vizinho.




Como grafar "marcha ré": marcha a ré, marcha-ré, marcha ré, marcha-a-ré?
A grafia correcta é sem hífen: marcha à ré (na norma europeia) e marcha a ré (na norma brasileira). A diferença ortográfica entre as duas normas do português deve-se ao facto de, na norma portuguesa, a locução incluir o artigo definido a, o que provoca a crase com a preposição a: marcha à. Na norma brasileira a locução não inclui o artigo definido, pelo que não há crase: marcha a.