Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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perturbar

perturbarperturbar | v. tr. | v. pron.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

per·tur·bar per·tur·bar

- ConjugarConjugar

(latim perturbo, -are)
verbo transitivo

1. Mudar, resolver ou alterar a ordem, o concerto, a quietação ou sossego de.

2. Abalar, agitar, transtornar (ex.: perturbar o sossego).

3. Interromper, confundir.

4. Envergonhar.

verbo pronominal

5. Perder a serenidade de espírito.

6. Atrapalhar-se.

7. Ficar envergonhado; envergonhar-se.

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Dúvidas linguísticas


Gostaria de saber se existe alguma regra de fonética para o plural de palavras tais como: fogo, poço, jogo... É que eu fui ensinado a pronunciar: fógos, póços, jógos... ao invés de fôgos, pôços, jôgos... (os acentos estão só como indicadores de fonética). É que recentemente tenho ouvido alguns jornalistas pronunciar estas palavras com entoação "ô"...? Agradecia que me esclarecessem esta dúvida.
Não existe oficialmente nenhuma regra fonética em português que dê conta da alternância vocálica entre o singular e o plural de palavras como fogo, poço, jogo, contorno, despojo, esforço, imposto, ovo, tijolo, troço.

As gramáticas e os prontuários incluem estas palavras em listas de vocábulos cuja vogal tónica, no singular, é o o fechado /ô/ mas que no plural se transforma em o aberto /ó/. Há, no entanto, muitos casos em que o singular e o plural mantêm o mesmo o fechado, como por exemplo acordo(s) /ô/, gosto(s) /ô/ ou sopro(s) /ô/ (pode encontrar mais exemplos na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra, p. 184). Essas listas são relativamente extensas e difíceis de memorizar, o que pode estar na origem de dúvidas relativas à pronúncia desses termos.

Na sua Moderna Gramática Portuguesa (p. 124), Evanildo Bechara afirma que se tem recorrido à etimologia latina desses termos e ao paralelismo com a língua espanhola para desfazer hesitações de pronúncia, mas que tal não esclarece todas as dúvidas.

No artigo "Histórias de O", Ernesto d'Andrade faz a revisão de vários estudos desta alternância em português e fornece uma análise mais técnica, com base fonológica, deste fenómeno.

O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa contém indicações de pronúncia, tanto no singular, quanto no plural dessas palavras.




Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.
As frases de 1) a 5) apresentam diferentes construções de comparativos relativos de superioridade e de inferioridade.

Em português, é possível formar os graus comparativos de superioridade e de inferioridade dos adjectivos usando os advérbios mais e menos seguidos da locução do que (ex.: o castelo é mais antigo do que a igreja; a igreja é menos antiga do que o castelo), podendo haver omissão da contracção da preposição de com o pronome demonstrativo invariável o (ex.: o castelo é mais antigo que a igreja; a igreja é menos antiga que o castelo). Esta construção aplica-se às frases apontadas em 1), 2) e 4).

Na frase 3) está presente um comparativo de superioridade relativo a um substantivo (ex.: nós compramos mais livros [do] que vendemos), sendo nesse caso a palavra mais um determinante indefinido.

Relativamente às frases em 5), trata-se de uma comparação (de superioridade) de quantidade relativamente a um numeral (um). Neste tipo de comparação é possível uma construção análoga àquela usada para exprimir o grau comparativo do adjectivo, isto é, a estrutura mais (do) que seguida do numeral e de um substantivo, como nas frases 5c) e 5d). Alternativamente, é possível ainda utilizar as construções presentes em 5a) e 5b), que correspondem à locução comparativa mais de seguida de numeral e que diferem apenas na contracção (de + um = dum).

Para além destas quatro construções comparativas, é ainda possível estabelecer comparativos antes de verbos (ex.: consegue ver mais ao longe [do] que ao perto), de advérbios (ex.: põe esse quadro mais acima [do] que este) ou de preposições (ex.: o gato passa mais por aqui [do] que por ali).

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Palavra do dia

lo·ri·ga lo·ri·ga


(latim lorica, -ae, cota de malha, couraça, parapeito, barreira, trincheira)
nome feminino

1. [Armamento]   [Armamento]  Saio de malha com lâminas de metal, na armadura.

2. [Armamento]   [Armamento]  Couraça.

3. Acto de ajudar. = AMPARO, AUXÍLIO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/perturbar [consultado em 01-08-2021]