Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub

pub
auto-agressividadeautoagressividadeauto-agressividadeautoagressividade | s. f.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

au·to·-a·gres·si·vi·da·de au·to·a·gres·si·vi·da·de au·to·-a·gres·si·vi·da·de au·to·a·gres·si·vi·da·de
(auto- + agressividade)
substantivo feminino

Agressividade em relação ao próprio indivíduo.

Plural: auto-agressividades.

• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: autoagressividade.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: auto-agressividade.


• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: autoagressividade.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: auto-agressividade

pub

Parecidas

Palavras vizinhas

Anagramas

Esta palavra em blogues

Ver mais
Blogues do SAPO

Esta palavra no Twitter

Dúvidas linguísticas


Gostaria de saber se o verbo vir na frase eu não quero que eles "vão" à festa, está correto e se não qual é a forma correta.
Na frase Eu não quero que eles vão à festa está presente o verbo ir, indicando que alguém faz uma acção de se deslocar de cá para lá, ou de um local próximo para um local mais afastado.
Se quiser utilizar o verbo vir, indicando que alguém faz uma acção de se deslocar de lá para cá, ou de um local afastado para um local mais próximo de quem fala, deverá utilizar a forma venham.
Em ambos os casos, a frase estará correcta, pois trata-se de formas verbais no presente do conjuntivo (ou presente do subjuntivo, no português do Brasil), por fazer parte de uma oração subordinada completiva ou integrante, que é complemento directo do verbo querer. As duas frases apenas diferem no sentido dado por ser o verbo ir ou o verbo vir.




Se, de fato, o novo acordo ortográfico dos países de língua portuguesa começar a vigorar, no qual será extinto o trema (¨), como saberemos a pronúncia correta do "QUE" em certa palavras como seqüestro, onde o "U" é pronunciado, e querida, onde não é.
A ortografia é um conjunto de regras convencionadas, e, como tal, é artificial e às vezes “pouco amiga do utilizador”. O mais das vezes, é o utilizador da língua que mais lê e mais consulta obras de referência, como dicionários, prontuários e afins, que melhor conhece essas regras e que melhor escreve. No caso do trema, a sua utilização parece resolver alguns problemas, mas pode criar outros, sobretudo na aprendizagem da pronúncia a partir da escrita.

Sendo o trema um sinal ortográfico convencionado para assinalar que uma vogal não forma ditongo com outra vogal que está imediatamente antes ou depois, no português do Brasil, este sinal usa-se apenas sobre o -u- nos grupos de letras güe, güi, qüe ou qüi, para indicar que o -u- é também lido (se o -u- for tónico, em vez de um trema usa-se um acento agudo, ex.: averigúe). Mas esta regra cria também casos em que há várias grafias possíveis (como nas grafias de sangüinário/sanguinário), quando há pronúncias alternativas possíveis, o que pode criar dúvidas nos falantes.

A abolição do trema com a entrada em vigor do novo acordo ortográfico será uma questão de habituação, como para muitas outras convenções ortográficas (por exemplo, em 1945 em Portugal e em 1971 no Brasil, a abolição de distinção ortográfica com acento circunflexo diferencial em palavras como acerto [verbo] / acêrto [substantivo]), pois os utilizadores da língua ou já conhecem as palavras ou consultam obras de referência (recorde-se que o trema no português de Portugal foi instituído em 1920 e suprimido em 1945, excepto em nomes estrangeiros e seus derivados, e que isso não constringe os falantes).

Esta reflexão é particularmente pertinente se tivermos em conta que no português do Brasil, em 1971, o trema já havia sido abolido nos hiatos átonos, onde tinha a mesma função de assinalar que uma vogal não forma ditongo com a anterior. Por exemplo, em agauchar, arcaizante, juizinho, paraibano, proibição, reunião, sauval, viuvez, entre muitas outras palavras, estamos perante hiatos (isto é, grupos de duas vogais que não formam ditongo, logo pertencem a sílabas diferentes), grafados sem trema, para cuja correcta pronúncia (do ponto de vista etimológico, pelo menos) será necessário conhecer a palavra ou a sua etimologia (ex.: agauchar < gcho), consultar um dicionário que tenha essa informação (por exemplo, o Dicionário Houaiss ou o Dicionário Aurélio têm pequenas indicações de ortoépia) ou perguntar a quem sabe (que é o que fazem geralmente as crianças ou os estudantes de português).

pub

Palavra do dia

são·-vi·cen·ti·no são·-vi·cen·ti·no
(São Vicente, topónimo + -ino)
adjectivo e substantivo masculino
adjetivo e substantivo masculino

1. Relativo à ilha de São Vicente, em Cabo Verde, ou o seu natural ou habitante.

2. Relativo à vila ou ao concelho de São Vicente, na ilha da Madeira, ou o seu natural ou habitante.

3. Relativo ou pertencente a qualquer localidade chamada São Vicente ou o seu natural ou habitante ou o seu natural ou habitante.

Feminino: são-vicentina. Plural: são-vicentinos.Feminino: são-vicentina. Plural: são-vicentinos.
pub

Mais pesquisadas do dia

Siga-nos



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/autoagressividade [consultado em 22-01-2019]