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obscurece-se

A forma obscurece-sepode ser [segunda pessoa singular do imperativo de obscurecerobscurecer] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de obscurecerobscurecer].

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obscurecerobscurecer
|cê| |cê|
( obs·cu·re·cer

obs·cu·re·cer

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Tornar obscuro.ACLARAR, ILUMINAR

2. Tornar pouco visível.

3. Tornar pouco compreensível.

4. Turvar, esconder.

5. Enfraquecer.

6. Confundir.

7. Deixar atrás; suplantar; avantajar-se a.


verbo intransitivo e pronominal

8. Tornar-se obscuro.

9. Toldar-se.

10. Perder o brilho, a força, a intensidade.

obscurece-seobscurece-se

Auxiliares de tradução

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Dúvidas linguísticas



Havermos: usa-se hífen entre o r e o m ou escreve-se tudo junto?
As flexões do infinitivo pessoal ou do futuro do conjuntivo (subjuntivo, no Brasil) não se grafam com hífen (ex.: darmos, fazermos, partirmos, havermos).



Fui eu quem atirou nele ou fui eu quem atirei nele: qual é o correto e por que motivo?
Na frase em questão há duas orações, uma oração principal (fui eu) e uma oração subordinada relativa (quem atirou nele), que desempenha a função de predicativo do sujeito. O sujeito da primeira oração é o pronome eu e o sujeito da segunda é o pronome relativo quem. Este pronome relativo equivale a ‘a pessoa que’ e não concorda com o seu antecedente, pelo que, na oração subordinada, o verbo deverá concordar com este pronome de terceira pessoa (quem atirou nele) e não com o sujeito da oração principal (*fui eu quem atirei nele). Esta última construção é incorrecta, como se indica através de asterisco (*), pois apresenta uma concordância errada.

Relativamente à frase correcta (Fui eu quem atirou nele) pode colocar-se uma outra opção: Fui eu que atirei nele. Esta última frase seria também uma opção correcta, mas trata-se de uma construção diferente: contém igualmente duas orações, e da primeira oração (fui eu) depende também uma oração subordinada relativa (que atirei nele), mas esta é introduzida pelo pronome relativo que. Este pronome relativo, ao contrário do pronome quem, concorda obrigatoriamente com o antecedente nominal ou pronominal existente na oração anterior, no caso, o pronome eu, pelo que o verbo terá de estar na primeira pessoa (eu que atirei).

Do ponto de vista semântico, as frases Fui eu quem atirou nele e Fui eu que atirei nele equivalem a Eu atirei nele (que contém apenas uma oração), mas correspondem a uma construção sintáctica com duas orações, para focalizar ou dar maior destaque ao sujeito eu.