Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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pistolagem

pistolagempistolagem | n. f.
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pis·to·la·gem pis·to·la·gem


(pistol[eiro] + -agem)
nome feminino

1. Acção de pistoleiro, geralmente assassínio encomendado.

2. Conjunto de pistoleiros.

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...com mais de 20 integrantes, responsável por roubo de gado, grilagem de terras e pistolagem naquele estado..

Em Rede Brasil de Noticias - O Point da Informação

...foi batizada Contenção IV e reforça a necessária atuação do estado para reprimir a pistolagem na região Oeste potiguar..

Em www.blogrsj.com

...grupo mantinha na Fazenda Três Cochilhas, em Ponta Porã, uma espécie de "quartel-general da pistolagem "..

Em Caderno B

espécie de quartel-general da pistolagem ..

Em Caderno B

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Em Caderno B
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Dúvidas linguísticas


Qual a diferença entre canhoto e esquerdino?
As palavras esquerdino e canhoto são sinónimas na acepção “que usa habitual ou preferencialmente a mão ou o pé esquerdo”.



Agradecia que me dessem a vossa opinião quanto à classificação sintáctica da oração e não sei quem é que se encontra nos seguintes versos pessoanos: "É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe".
De acordo com o espólio do heterónimo pessoano Alberto Caeiro, disponibilizado on-line pela Biblioteca Nacional, o verso do poema "É noite" é ligeiramente diferente: "É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, // Atrai-me só por essa luz visitada de longe". Na expressão e que não sei quem é estão contidas duas orações: a primeira é uma oração subordinante (e que não sei) cujo verbo (saber) necessita de um complemento directo obrigatório que corresponde à segunda oração (quem é), que pode ser classificada como subordinada substantiva completiva.

A frase é complexa e a oração subordinante (e que não sei) deste pequeno excerto da frase, no âmbito dos versos transcritos (É curioso que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe), é também uma oração subordinada relativa restritiva coordenada a outra da mesma natureza.

Para clarificar a divisão de orações, procedemos em seguida à classificação de todas as orações contidas nos dois versos de Alberto Caeiro e respectivas funções sintácticas (é de sublinhar que uma oração subordinada pode conter várias orações e dentro dela pode haver uma oração subordinante em relação às que dela dependem):
1. [É curioso] oração subordinante.
2. [que toda a vida do indivíduo que ali mora, e que não sei quem é, atrai-me só por essa luz visitada de longe] oração subordinada completiva com função de sujeito (este sujeito frásico não é muito evidente, mas pode ser testado com a concordância verbal; ex.: isso é curioso; essas coisas são curiosas).

2.1 [que toda a vida do indivíduo atrai-me só por essa luz visitada de longe] oração subordinante (relativamente às orações que dela dependem).
2.1.1 [que ali mora] oração subordinada relativa restritiva (isto é, fornece informação que restringe o antecedente indivíduo).
2.1.2 [e que não sei quem é] oração subordinada relativa explicativa (isto é, fornece informação adicional sobre o antecedente indivíduo) coordenada à oração relativa restritiva.
2.1.2.1 [e que não sei] oração subordinante (relativamente à oração que dela depende).
2.1.2.2 [quem é] oração subordinada completiva com função de complemento directo.

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Palavra do dia

que·ren·ci·ar que·ren·ci·ar


(querência + -ar)
verbo transitivo

Ter querença ou afeição a.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/pistolagem [consultado em 18-09-2021]