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Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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castrejo

castrejocastrejo | adj. | n. m.
castrejocastrejo | adj. | n. m.
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cas·tre·jo |â| ou |ê| ou |âi|cas·tre·jo |ê|1


(castro + -ejo)
adjectivo
adjetivo

1. Referente a castro.

2. Relativo às fortificações peninsulares de origem romana ou pré-romana (ex.: cultura castreja; povoamento castrejo; vestígios castrejos).

nome masculino

3. Lugar elevado e fortificado; pequeno castro. = CASTRELO


cas·tre·jo |â| ou |ê| ou |âi|cas·tre·jo |ê|2


(Castro [Laboreiro], topónimo + -ejo)
adjectivo
adjetivo

1. Relativo à localidade de Castro Laboreiro, no distrito de Viana do Castelo.

nome masculino

2. Natural ou habitante de Castro Laboreiro.

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Anagramas

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Dúvidas linguísticas


Acho que se escreve boa fé e má fé e não boa-fé e má-fé, como sugere o dicionário. Estou certo?
A tradição lexicográfica portuguesa consagrou o uso do hífen em boa-fé e em má-fé e são estas grafias que aparecem registadas nas principais obras de referência da língua portuguesa contemporânea, nomeadamente em vocabulários, como o Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves (Coimbra: Coimbra Ed., 1966) ou o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Lisboa: Ed. Âncora, 2001), e em dicionários, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Lisboa: Verbo, 2001), o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Lisboa: Círculo de Leitores, 2002) ou o Novo Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa (Curitiba: Positivo, 2004).

O uso do hífen é problemático para os utilizadores da língua, pois obedece a regras pouco evidentes e algo contraditórias e é por vezes ditado por uma tradição lexicográfica que os falantes desconhecem. No caso específico de boa-fé, esta dificuldade torna-se evidente numa pesquisa em corpora ou em motores de busca da internet, podendo observar-se a ocorrência da palavra hifenizada a par da locução boa fé, inclusivamente em textos jurídicos. Estes casos, não estando previstos nas bases do Acordo Ortográfico que regulam o uso do hífen, regem-se geralmente pela tradição lexicográfica, motivo pelo qual é aconselhável optar pela grafia boa-fé, atestada na maioria das obras de referência, em detrimento da locução boa fé.




A dúvida é se o verbo parabenizar necessita de uma preposição. No caso seria "o Banco real parabeniza os ingressantes na UFU" ou "o Banco real parabeniza aos ingressantes à UFU"?
O verbo parabenizar, tal como os seus sinónimos congratular ou felicitar, é transitivo directo, conforme regista o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. Por outras palavras, este verbo utiliza-se imediatamente seguido de complemento directo, sem preposição, pelo que a frase correcta é o Banco real parabeniza os ingressantes na UFU. A confusão pode advir do facto de parabenizar ser parafraseável por dar os parabéns a, expressão que não dispensa a preposição, como se pode verificar pela seguinte substituição: o Banco real dá os parabéns aos ingressantes na UFU.
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Palavra do dia

so·bre·a·no so·bre·a·no


(sobre- + ano)
nome masculino

[Brasil: Regionalismo]   [Brasil: Regionalismo]  Rês, geralmente novilho, com mais de um ano.

Confrontar: soberano.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/castrejo [consultado em 31-01-2023]