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    DEMONSTROU-AS

    ameno | adj.

    Que é agradável e aprazível (ex.: clima ameno)....


    banzado | adj.

    Que demonstra espanto, surpresa....


    bizarro | adj.

    Que se destaca pela postura, distinção, elegância (ex.: porte bizarro)....


    capaz | adj. 2 g.

    Que tem capacidade para (ex.: o hotel é capaz de alojar duzentas pessoas)....


    contraído | adj.

    Que se contraiu; que apresenta tensão muscular....


    Que não está contraído; que não apresenta rigidez muscular....


    eloquente | adj. 2 g.

    Que se exprime com desenvoltura e capacidade de persuasão; que demonstra eloquência (ex.: orador eloquente)....


    farfalhudo | adj.

    Que chama muito a atenção, geralmente pela garridice ou pelo excesso dos adornos, pelas farfalheiras (ex.: chapéu farfalhudo)....


    fácil | adj. 2 g. | adv.

    Que não custa a fazer; que se obtém ou se consegue sem grande trabalho (ex.: é fácil montar esse móvel; há instrumentos musicais mais fáceis de tocar)....


    Relativo a histrião; próprio de histrião....


    iracundo | adj.

    Que demonstra um humor irascível ou é propenso à ira....


    jucundo | adj.

    Que é agradável, aprazível....


    materno | adj.

    Relativo a mãe; próprio de mãe....


    mesto | adj.

    Que tem ou demonstra tristeza (ex.: semblante mesto)....



    Dúvidas linguísticas


    Pretendo saber como se lê a palavra ridículo. Há quem diga que se lê da forma que se escreve e há quem diga que se lê redículo. Assim como as palavras ministro e vizinho, onde também tenho a mesma dúvida.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.