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    Esta palavra no dicionário

    reinante | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que reina....


    sodocu | n. m.

    Doença infecciosa devida a um espiroqueta, transmitida pela mordedura de rato, que grassa no Extremo Oriente e se manifesta por acessos febris e erupção cutânea....


    grassar | v. intr.

    Alastrar-se; desenvolver-se; difundir-se; propagar-se (doença)....


    reinar | v. intr. | v. tr. e intr.

    Ser rei ou rainha....


    grassante | adj. 2 g.

    Que grassa ou que se espalha....




    Dúvidas linguísticas


    Na vossa página não compreendo a justificação para a resposta à dúvida 540: que se escreve multirriscos e não multi-riscos. Segundo o meu prontuário ortográfico, de 1990, os prefixos terminados em i são sempre separados com um hífen dos termos que começam por h, i, r e s . O prefixo multi- não é expressamente referido no prontuário. Qual a razão para nesse caso não se usar o hífen como nos demais referidos?


    O VOLP, os dicionários Houaiss, Aurélio e Priberam registram o verbete "norma-padrão", com hífen. A mesma grafia é encontrada nas gramáticas da Língua Portuguesa de autores brasileiros. Por outro lado, nenhuma das fontes acima citadas registra ou usa a forma "norma-culta", com hífen. Nas gramáticas, só aparece "norma culta", sem hífen. Qual seria a explicação para o uso do hífen em "norma-padrão" e o não uso do hífen em "norma culta"?