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    Esta palavra no dicionário

    mecha | n. f.

    Cordão, fio ou feixe de fios envolvido em cera ou combustível, próprio para manter o lume quando aceso....


    fómite | n. m.

    Objeto ou material que pode alojar um agente infeccioso e permitir a sua transmissão....


    rastilho | n. m.

    Sulco ou fio com pólvora para comunicar de longe o fogo a uma mina ou carga explosiva....


    corta-chefe | n. m.

    Ferramenta de carpinteiro, com pegas ou punhos laterais, usada para alisar superfícies curvas....




    Dúvidas linguísticas


    No Dicionário da Língua Portuguesa On-line não se encontra a palavra Oceânia, mas o corrector ortográfico do FLiP aceita-a. Tenho ainda uma dúvida sobre a acentuação desta palavra. Se Oceânia é escrito com acento circunflexo no primeiro A, então trata-se de uma palavra esdrúxula (vocábulo proparoxítono). No entanto, em linguagem oral usa-se como palavra grave: Oceania. É mais um caso de mera diferença entre oralidade e escrita?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?