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    Pesquisa nas Definições por:

    GRADEIO-LHOS

    escalfeta | n. f.

    Braseira com tampa gradeada para aquecer os pés....


    galinheiro | n. m.

    Compartimento, ordinariamente gradeado, onde se guardam e criam galináceos e eventualmente outras aves....


    ripamento | n. m.

    Ato ou efeito de ripar....


    teia | n. f.

    Tecido de linho, cânhamo, algodão, etc....


    gradear | v. tr.

    Cercar, vedar ou fechar com grade ou gradeamento....


    grade | n. f. | n. f. pl.

    Conjunto de barras paralelas ou cruzadas que veda ou separa....


    gradil | n. m.

    Grade; cerca; gradeamento....


    xalma | n. f.

    Gradeamento que se faz num carro ou num barco, para segurar a carga que neles se transporta....


    gradeado | adj. | n. m.

    Provido de grade ou grades....


    ripar | v. tr. | v. intr.

    Gradear com ripas (ex.: mandou ripar a entrada da casa)....


    barra | n. f. | n. 2 g.

    Peça de metal resultante da fundição do minério....


    cortina | n. f.

    Tecido com que se resguardam ou adornam janelas, portas, etc....


    ripado | adj. | n. m.

    Que se ripou....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o plural de pneumotórax: pneumotóraxes ou pneumotóraces?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?