PT
BR



    Esta palavra no dicionário

    canhestro | adj.

    Feito à esquerda, com a mão esquerda ou da esquerda para a direita; feito às canhas....


    canhoeiro | n. m.

    Árvore dioica (Sclerocarya birrea) da família das anacardiáceas, de copa larga, caule acinzentado, pequenas flores vermelhas, frutos globosos de polpa suculenta e agridoce com semente comestível, nativa do sul de África....


    marula | n. f.

    Árvore dioica (Sclerocarya birrea) da família das anacardiáceas, de copa larga, caule acinzentado, pequenas flores vermelhas, frutos globosos de polpa suculenta e agridoce com semente comestível, nativa do sul de África....


    esquerdo | adj. | n. m.

    Que está do lado do coração....


    canhada | n. f.

    Planície estreita entre montanhas....




    Dúvidas linguísticas


    Na vossa página não compreendo a justificação para a resposta à dúvida 540: que se escreve multirriscos e não multi-riscos. Segundo o meu prontuário ortográfico, de 1990, os prefixos terminados em i são sempre separados com um hífen dos termos que começam por h, i, r e s . O prefixo multi- não é expressamente referido no prontuário. Qual a razão para nesse caso não se usar o hífen como nos demais referidos?


    O VOLP, os dicionários Houaiss, Aurélio e Priberam registram o verbete "norma-padrão", com hífen. A mesma grafia é encontrada nas gramáticas da Língua Portuguesa de autores brasileiros. Por outro lado, nenhuma das fontes acima citadas registra ou usa a forma "norma-culta", com hífen. Nas gramáticas, só aparece "norma culta", sem hífen. Qual seria a explicação para o uso do hífen em "norma-padrão" e o não uso do hífen em "norma culta"?