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ergastulário

ergastulárioergastulário | n. m.
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er·gas·tu·lá·ri·o er·gas·tu·lá·ri·o


(latim ergastularium, -ii)
nome masculino

Carcereiro, entre os romanos.

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Quando os seus descendentes, no século XXI, enlaçam o seu zingamocho, o ergastulário , encarnado no

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Dúvidas linguísticas


Será que os senhores poderiam explicar porque no português europeu a locução verbal haver de + infinitivo não traz hífen (havemos de ...)?
No português europeu, por convenção e conforme o disposto na Base XXXI do Acordo Ortográfico de 1945, o verbo haver só deve ser ligado por hífen à preposição de nas suas formas monossilábicas, isto é, nas formas que têm apenas uma sílaba (hei-de, hás-de, há-de, hão-de). As restantes formas (em que se inclui havemos) não deverão ser ligadas por hífen.

Esta situação altera-se apenas com a entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990, pois a Base XVII prevê a eliminação do hífen nas formas monossilábicas do verbo haver seguidas da preposição de (hei de, hás de, há de, hão de).




Queria perguntar-vos sobre a utilização de em ou no/na antes de nos referirmos a lugares. Porque dizemos no Porto mas não na Lisboa? Porque tanto se diz na França como em França? Existe alguma regra para a utilização ou não de artigo definido (e respectivas contracções) quando nos queremos referir a um local? Por exemplo: porquê dizer fui ao Funchal e não fui a Funchal?
O uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (isto é, nomes próprios que designam lugares geográficos) não corresponde a uma regra rígida na língua portuguesa. As indicações dadas por gramáticas e prontuários são em geral fluidas e por vezes contraditórias, pelo que as respostas a questões relacionadas com este assunto raramente podem ser peremptórias.

Na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, pp. 228-231), são elencadas algumas indicações para o uso ou não do artigo definido com nomes geográficos.

Preconiza-se nomeadamente o uso de artigo antes de nomes de “países, regiões, continentes, montanhas, vulcões, desertos, constelações, rios, lagos, oceanos, mares e grupos de ilhas” (ex.: a Suíça, a Escandinávia, a Europa, o Pico, o Etna, o Sara, o Centauro, o Guadiana, o Tanganica, o Índico, o Adriático, as Baleares), mas facilmente um falante se lembrará de muitos contra-exemplos para estas indicações (a própria gramática lista alguns deles: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor, Andorra, Israel, São Salvador, Aragão, Castela, Leão).

Do mesmo modo se indica que não se usa geralmente o artigo definido “com os nomes de cidades, de localidades e da maioria das ilhas”, mas logo se apresentam contra-exemplos, nomeadamente os casos de nomes de cidades e localidades que derivam de um substantivo comum (a Guarda, o Porto, o Rio de Janeiro, a Figueira da Foz).

Estas indicações gerais são úteis e correspondem provavelmente à maioria dos casos, mas os muitos casos que as contrariam (é significativa a lista de excepções ou contra-exemplos que as gramáticas apresentam) tornam a decisão de empregar ou não o artigo quase dependente de cada topónimo e da experiência linguística do falante.

Há ainda casos de topónimos como Espanha, França, Itália, Inglaterra ou Chipre em que é oscilante o uso ou não de artigo (ex.: foi viver para (a) Espanha).

O topónimo Funchal é usado sobretudo precedido de artigo (ex.: viajo amanhã para o Funchal; estou no [= em + o] Funchal; vou ao [= a + o] Funchal) e poderá incluir-se na categoria de nomes de cidades ou localidades “que se formaram de substantivos comuns” (CUNHA e CINTRA, p. 230).

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Palavra do dia

ver·di·ze·la |zé|ver·di·ze·la |zé|


(verde + -i- + -z- + -ela)
nome feminino

1. Vara flexível ou pau com que se arma a boiz ou outra armadilha para pássaros.

2. [Botânica]   [Botânica]  Planta herbácea (Convolvulus arvensis) da família das convolvuláceas, de folhas alternas oblongas e flores solitárias brancas ou rosadas. = CONVÓLVULO, CORRIOLA, VERDEZELHA

3. [Ornitologia]   [Ornitologia]  Ave pernalta (Vanellus vanellus) de arribação, da família dos caradriídeos, de dorso esverdeado, abdómen e peito brancos, manchas brancas faciais e penacho comprido. = ABIBE

nome masculino

4. [Regionalismo]   [Regionalismo]  Rapaz alto e magro ou fraco.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/ergastul%C3%A1rio [consultado em 25-05-2022]