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    Pesquisa nas Definições por:

    Programa-me

    estultificante | adj. 2 g.

    Que estultifica, que torna estúpido (ex.: programa estultificante)....


    Relativo a mísseis ou à missilística (ex.: ameaça missilística; programa missilístico; tecnologia missilística)....


    mira | n. f.

    Peça que, numa arma de fogo, regula a pontaria....


    monitor | n. m.

    Aquele que dá conselhos, lições, etc....


    repertório | n. m.

    Índice alfabético das matérias contidas num livro....


    aplicativo | adj. | n. m.

    Que pode ou deve ser aplicado....


    garota | n. f.

    Criança do sexo feminino....


    indexador | adj. | n. m.

    Que indexa ou serve para indexar....


    Transformação de um código ou de uma linguagem que estava convertida para ser lida por um computador em linguagem de programação....


    malware | n. m.

    Programa concebido para causar danos ou para aceder ilegalmente a informação em sistemas informáticos....


    chunguice | n. f.

    Qualidade do que é chunga (ex.: o programa é de uma chunguice notável)....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber a etimologia da palavra milagre.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?