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    CONCORDAVAS-LHOS

    avindo | adj.

    Que aveio ou se aveio....


    concorde | adj. 2 g.

    Que está de acordo....


    unânime | adj. 2 g.

    Que é do mesmo parecer, que tem o mesmo sentimento....


    Sem grandes recursos ou posses; com pouco dinheiro (ex.: as pessoas da aldeia eram pobres e viviam muito simplesmente)....


    quer | conj. coord. | conj. disj.

    Usa-se, com repetição, para indicar uma coordenação (ex.: o candidato tem larga experiência, quer administrativa, quer comercial)....


    Ato ou efeito de examinar(-se) novamente; nova examinação (ex.: as partes concordaram com o pedido de reexaminação da patente)....


    acorde | n. m. | adj. 2 g.

    União de sons que formam harmonia....


    Qualidade do que é favorável, do que ajuda ou concorda (ex.: aproveitaram a favorabilidade do vento)....


    concordata | n. f.

    Convenção entre os chefes de Estado de países católicos e o papa ou a Santa Sé sobre assuntos de religião ou sobre as relações entre Estado e Igreja....


    conforme | adj. 2 g. | adv. | prep. | conj.

    Que tem a mesma forma....


    acordo | n. m.

    Harmonia entre pessoas ou coisas....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?