Esta palavra no dicionário

    Resposta do pintor Apeles a um sapateiro que, depois de haver criticado, num dos seus quadros, uma sandália, julgou também poder criticar o resto; aplica-se aos que pretendem julgar de coisas para que lhes falta competência....


    Resposta do pintor Apeles a um sapateiro que, depois de haver criticado, num dos seus quadros, uma sandália, julgou também poder criticar o resto; aplica-se aos que pretendem julgar de coisas para que lhes falta competência....


    soca | n. f.

    Designação vulgar do rizoma ou caule subterrâneo....


    soleta | n. f.

    Peça de sola delgada cortada para calçado; palmilha....


    moura | n. f.

    Mulher de procedência mourisca....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "Chinelou-ta" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se alguma das seguintes frases está incorrecta:
      1. O carro podê-lo-ia ter atropelado
      2. O carro poderia tê-lo atropelado.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?