Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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pírexpírex | s. m. 2 núm.
pirexpirex | s. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

pí·rex |cs| pí·rex |cs|
(inglês Pyrex, de PYREX, marca registada)
substantivo masculino de dois números

1. Vidro pouco fusível e muito resistente.

2. Recipiente feito desse material.


SinónimoSinônimo Geral: PIREX


Ver também dúvida linguística: plural de pneumotórax.

pi·rex |cs| pi·rex |cs|
(inglês Pyrex, de PYREX, marca registada)
substantivo masculino

O mesmo que pírex.

Plural: pirexes.Plural: pirexes.
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Dúvidas linguísticas


Em uma cadeia alimentar existem vários estágios. A saber, primário, secundário, terciário, quaternário. Após o estágio quaternário como deve ser falado/escrito/definido o quinto item da sequência?
A dúvida colocada não tem fácil resolução, porque as palavras em causa não se comportam como numerais ordinais, mas como adjectivos, pelo que, quando se chega ao quaternário, não parece haver continuação disponível no léxico português. A sugestão que podemos fazer é a de que se utilize em vez destas palavras os numerais ordinais, cuja continuação é mais fácil (ex.: "primeiro estágio", "segundo estágio", "terceiro estágio", "quarto estágio", "quinto estágio", etc.).



Tenho ouvido em alguns serviços informativos da TV a utilização incorrecta (acho eu) de alguns verbos. Qual a frase correcta: "O professor mandou os alunos fazerem uma cópia" ou "O professor mandou os alunos fazer uma cópia"? Obrigada.
A dúvida diz respeito ao uso do infinitivo pessoal ou flexionado (fazerem) ou do infinitivo impessoal (fazer).

Quando o sujeito da oração principal (O professor) é diferente do sujeito da oração infinitiva (os alunos), a tendência é usar o infinitivo pessoal, pelo que a frase mais consensual será O professor mandou os alunos fazerem uma cópia. Note-se que não se fala marcadamente de regras relativamente a este tópico porque se trata de uma questão mais do campo da estilística do que do campo da gramática, tal como afirmam Celso Cunha e Lindley Cintra na sua Nova Gramática do Português Contemporâneo (14.ª ed., Edições Sá da Costa, Lisboa, 1998, p. 482):

«O emprego das formas flexionada e não flexionada do infinitivo é uma das questões mais controvertidas da sintaxe portuguesa. Numerosas têm sido as regras propostas pelos gramáticos para orientar com precisão o uso selectivo das duas formas. Quase todas, porém, submetidas a um exame mais acurado, revelaram-se insuficientes ou irreais. Em verdade, os escritores das diversas fases da língua portuguesa nunca se pautaram, no caso, por exclusivas razões de ordem gramatical, mas viram-se sempre, no acto da escolha, influenciáveis por ponderáveis motivos de ordem estilística, tais como o ritmo da frase, a ênfase do enunciado, a clareza da expressão. Por tudo isso, parece-nos mais acertado falar não de regras, mas de tendências que se observam no emprego de uma e de outra forma do infinitivo.»

Sobre este assunto, pode ainda consultar a resposta à dúvida linguística infinitivo flexionado e pretérito mais-que-perfeito

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Palavra do dia

ba·ci·lo ba·ci·lo
(latim bacillum, -i ou bacillus, -i, diminutivo de baculus, -i, varinha, vara, bastão)
substantivo masculino

1. [Biologia]   [Biologia]  Vibrião que determina doenças no organismo animal.


bacilo de Koch
[Biologia]   [Biologia]  Nome dado à bactéria que causa a tuberculose humana.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/p%C3%ADrex [consultado em 24-03-2019]