PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    RECEITEMOS-TOS

    q.b. | abrev.

    Abreviatura de quanto baste (ex.: deixe ferver e adicione sal q.b.). [É abreviatura muito usada em receitas culinárias para indicar que a quantidade de determinado ingrediente deve ser aquela que cada um considera suficiente ou necessária.]...


    Em que há superávite ou excesso das receitas sobre as despesas....


    aná | adv.

    Usado para significar em partes iguais ou com a mesma quantidade de cada componente....


    défice | n. m.

    Saldo negativo no orçamento do Estado....


    medicomania | n. f.

    Mania de curar, de receitar remédios....


    saldo | n. m. | adj.

    Resto....


    montante | adj. 2 g. | n. f. | n. m.

    Que sobe....


    ordinária | n. f.

    Gasto ou receita diária ou periódica....


    orçamento | n. m.

    Conjunto das receitas e das despesas de um particular, de uma família, de um grupo, de uma empresa, de uma coletividade....


    receitário | n. m.

    Lugar onde os farmacêuticos guardam as receitas....


    superavit | n. m.

    Excesso das receitas sobre as despesas....


    Estabelecimento comercial onde se vendem medicamentos que não estão sujeitos a receita médica....


    benefício | n. m.

    Bem que generosamente se faz a alguém....


    fórmula | n. f.

    Forma prescrita ou de praxe....


    mezinheiro | n. m.

    O que tem o hábito de receitar ou tomar mezinhas; curandeiro....


    superávite | n. m.

    Excesso das receitas sobre as despesas....


    balanço | n. m.

    Movimento de oscilação ou de vaivém....


    cadastro | n. m.

    Recenseamento da população....




    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?