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    Pesquisa nas Definições por:

    FARDES-VOS

    pacote | n. m.

    Pequeno fardo....


    volume | n. m.

    Espaço ocupado por um corpo qualquer....


    peso | n. m.

    Qualidade do que é pesado....


    libré | n. f.

    Farda de lacaios e cocheiros de casa rica....


    fardão | n. f.

    Farda aparatosa ou pomposa....


    balote | n. m.

    Pequeno fardo....


    farda | n. f.

    Libré....


    fardagem | n. f.

    Quantidade de fardos....


    fardalhão | n. m.

    Farda aparatosa ou pomposa....


    fardel | n. m.

    Provisões alimentícias para pequena viagem....


    fardelagem | n. f.

    Conjunto ou quantidade de fardas ou roupas....


    fardeta | n. f.

    Jaqueta militar para exercícios, faxinas, etc....


    passapelo | n. m.

    Guarnição de peles que passa um pouco da orla das roupas....


    patilha | n. f.

    Parte posterior do selim....


    vaqueiro | adj. | n. m.

    Relativo a gado vacum....


    linga | n. f.

    Cadeia ou corda que, cingindo um fardo, se prende ao gancho do guindaste para o levantar....


    batedor | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que bate....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?