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    CUIDAR-NOS

    acurado | adj.

    Feito com muito cuidado e apuro....


    Que é feito à pressa e sem ordem....


    brunido | adj.

    Que se bruniu, que foi lustrado....


    engerocado | adj.

    Que está vestido de forma atabalhoada ou deselegante (ex.: moço engerocado)....


    estabanado | adj.

    Que tem pouco juízo ou pensa pouco nas consequências....


    Não aconselhado nem forçado; feito ou dito de livre vontade....


    estavanado | adj.

    Que tem pouco juízo ou pensa pouco nas consequências....


    frágil | adj. 2 g.

    Quebradiço....


    modinho | adv.

    Devagar; com jeito....


    descurado | adj.

    Que não está cuidado, que se descurou....


    -cómio | elem. de comp.

    Exprime a noção de hospital ou estabelecimento para internamento (ex.: manicómio)....


    desazado | adj.

    Que não tem cabimento ou não é oportuno....


    medido | adj.

    Que se mediu....


    UCI | sigla

    Sigla de Unidade de Cuidados Intensivos....


    a/c | abrev.

    Abreviatura de ao cuidado de....




    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida persistente sobre a pronúncia de algumas palavras que mudam a pronúncia do /ô/ por /ó/, como em ovo e ovos quando no plural. Existe alguma regra que me ajudaria nisto, haja visto que procurei em alguns dicionários e não encontrei referência alguma? Minhas maiores dúvidas são com respeito ao plural das palavras rosto, gostoso e aborto.


    Ainda no contexto da palavra estória, gostaria de saber se é errado usar a palavra estória quando se fala de algo que aconteceu; por exemplo: "Queria contar-te uma estória que aconteceu comigo." ou "Queres que te conte a minha estória" (aqui referindo-se ao que se tem passado com a personagem nas últimas 24 horas). Espero não estar a ser chato com esta dúvida, mas a verdade é que, embora tenha gostado da vossa resposta anterior (é sempre bom ter um pouco de cultura), não fiquei muito esclarecido sobre o seu uso corrente, e se é erróneo ou não.